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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Naomi Campbell ganha casa de praia em forma de olho

Nova propriedade da modelo inglesa fica na ilha turca Playa de Cleopatra. Casa ecologicamente correta seria presente de seu namorado, o empresário russo Vladislav Doronin, por seu anivcersário de 41 anos.






A construção fica na Ilha Cleopatra, no Golfo de Gokova, na Turquia (Foto: Reprodução/Yahoo)

Além do desenho inusitado, a construção possui sistemas ecologicamente corretos de captação de luz solar e de reaproveitamento da água da chuva. O valor da casa, projetada pelo arquiteto Luis de Garrido, não foi divulgado.


Tire você mesmo as suas conclusões...




quinta-feira, 29 de setembro de 2011

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Os nicolaítas hoje

O NICOLAISMO - APOCALIPSE 2.6 e 15

nikh = vitória (no sentido de dominar)
laos= ...o povo peculiar (de Israel ou Cristãos); gente, multidão;...do Século IV em diante, às vezes se refere ao leigo (conforme o grego moderno "laikos"= leigo, no sentido de povo comum)

Portanto, o nome Nikolaitwn (nicolaítas) composto destas duas palavras tem o sentido de "vitória sobre o povo" ou "os que dominam o povo".

Esta era uma heresia que se formava já no fim da era apostólica, com os falsos mestres deturpando a Pureza da Doutrina de Cristo e seus Apóstolos. A doutrina nicolaíta concebeu a idéia de uma casta especial e superior na Igreja, ou seja, o chamado Clero.
Indo além, formou-se a idéia de uma hierarquia eclesiástica dentro deste mesmo clero. Há uma grande probabilidade, lógica e historicamente, de que estes nicolaítas, dos quais muito pouco se sabe, sejam os formadores do pensamento Católico Romano e, portanto, seus antecessores.

Eles estavam, no final do séc. I, infiltrados nas igrejas de Cristo como podemos ver no texto base. Evidentemente, este desejo de exercer poder sobre o povo, disseminou entre muitos homens de liderança nas igrejas, movidos pelo instinto carnal de domínio, pela soberba e pela torpe ganância de posição e riquezas. Especialmente entre os pastores das grandes igrejas, nos grandes centros, com congregações numerosas, tornava-se uma tentação estabelecer uma ostentação de poder sobre o rebanho e outros pastores de rebanhos menores. Eis o porque de estabelecer-se o "centro da igreja" e o "trono do Papa", como o maioral e chefe máximo do Catolicismo em Roma.

Sendo ela a capital e maior centro urbano de sua época, Roma permitia a que seus pastores nutrissem uma imagem de mais poderosos e importantes que os demais. É claro que, com o apoio de Constantino (no começo do séc. IV) definitivamente o Bispo de Roma conquistou esta supremacia. Não fora o Nicolaísmo, não existiria o erro de uma IGREJA UNIVERSAL, com sede em algum lugar. Nem mesmo a primeira Igreja, formada por Jesus pessoalmente, em Jerusalém, tinha autoridade sobre as demais. Veja em Atos 15, a postura da Igreja de Jerusalém com relação a Antioquia, como mãe que exorta a seu filho independente num momento de necessidade, mas não considera justo lhe impor nada.

Observe-se, ainda, o próprio falar dos Apóstolos Pedro e Tiago (que estavam em Jerusalém e não em Roma), como não exercem eles domínio sobre a Igreja, mas servem como conselheiros junto a Ela e com o Espírito Santo (vv.23,25 e 28)

Há ainda os que acreditam que os nicolaítas sejam os seguidores de Nicolau, um dos 7 diáconos da igreja de Atos. Se assim o for, não deixam de ser pessoas que faziam partidarismo na igreja e seguiam somente os ensinos de uma pessoa, que no caso, acredita-se sejam ensinos heréticos em relação ao casamento e conduta sexual

O nicolaismo tem influenciado tem influenciado o pensamento de muitos religiosos que pensam galgar degraus na escada da Fama, Fortuna e Força. Por isto, alguns pobres infelizes "querem ser pastores", sem a chamada Divina; pastores buscam popularidade e posição em organizações; trocam de igreja em busca simplesmente de uma MAIOR ou que pague mais, sem convicção da vontade de Deus; pastores disputam posições e até brigam por isto. Mas não deve ser assim nas Igrejas de Cristo! Em Marcos 10.42-44 podemos ver claramente o Seu ensino de que o Grande é o que serve e não o que manda.

Erros como o de se pensar que só os Pastores podem realizar Batismo ou ministrar a Ceia, efetivamente não tem base bíblica e provém do pensamento nicolaita de que estes são uma categoria com poderes especiais. Se uma Igreja tem Pastor local, é evidente que, sendo este seu líder espiritual deverá exercer tais funções mas, caso a Igreja não o tenha, deve entender que a autoridade para estes serviços foi dada à Igreja e Ela pode escolher um irmão local que tenha boas condições espirituais e esteja assim apto a liderar a Igreja em tão solenes atos. É claro que ,se assim entender, a Igreja poderá também convidar o Pastor de uma Igreja irmã para lhe prestar estes serviços, embora não o seja absolutamente necessário. Jesus concedeu à Igreja esta autoridade e não ao pastor. Ele o faz, como servo (que é o verdadeiro significado da palavra MINISTRO) da Igreja.

Cristo estabeleceu irmãos com condições diferenciadas na Igreja sim, mas isto foi feito apenas visando o melhor desenvolvimento dos crentes e organização da Igreja e não para estabelecer uma hierarquia dominante (Efésios 4.11-12 e I Corintios 12.12-31). Assim, era necessário que houvesse Apóstolos, pastores, mestres, pregadores e evangelistas, mas isto não é uma corrente hierárquica onde um manda no outro. Cada um deles tem autoridade, mas só aquela concedida, não pelo título que ostenta, mas pela igreja, de acordo com o que o Espírito Santo lhe concede pela Palavra.

Todo Ministro de Deus deve ser respeitado por causa da sua função como líder e condutor espiritual da Igreja e como um irmão que seja um bom exemplo ao rebanho (Hebreus 13.7 e 17). Mas isto não o faz "dono da igreja" e todo pastor tem que tomar o cuidado de ser zeloso sem, no entanto, exercer domínio por força sobre o rebanho (I Pedro 5.1-4). Na Bíblia Vida Nova encontramos um bom estudo a respeito, no item 2.085 ! "Características dos verdadeiros ministros" do que destacaríamos: Humildade, abnegação, gentileza, dedicação e afeto para com o rebanho. A atitude de poder sobre a Igreja é Diabólica e Maligna e, portanto, precisa ser totalmente rechaçada.

Sendo assim, nosso papel como Ministros de Deus, seja Missionário, Evangelista, Professor (mestre), Pregador, Diácono ou Pastor, é o de SERVIR e não permitir que a síndrome de Lúcifer se aposse de nós, fazendo com que presumamos de nós, mais do que realmente somos. Liderança é necessária para que haja organização, ordem, decência e, principalmente edificação, seja na Igreja ou em encontros de várias igrejas, jovens, e mesmo de pastores e obreiros. Mas nunca deve haver o pensamento de buscar o primado ou a superioridade entre os demais ( Lucas 22.26). Isto estraga a comunhão, prejudica o aprendizado e a edificação dos participantes. Não sejamos como Diótrefes, um exemplo bíblico de nicolaíta que, buscando o primado, tantos males causou (III João 9-10).

Que em tudo tenha Cristo a primazia (Colossenses 1.18) e nós tenhamos nossos irmãos em consideração como superiores a nós mesmos (Filipenses 2.3)

Transcrito

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O Gnosticismo - a heresia mais perigosa na Igreja

O Gnosticismo talvez fosse a heresia mais perigosa que ameaçava a igreja primitiva durante os primeiros três séculos. Influenciado por filósofos como Platão, o Gnosticismo é baseado em duas premissas falsas. Primeiro essa teoria sustenta um dualismo em relação ao espírito e à matéria. Os gnósticos acreditam que a matéria seja essencialmente perversa e que o espírito seja bom. Como resultado dessa pressuposição, os gnósticos acreditam que qualquer coisa feita no corpo, até mesmo o pior dos pecados, não tem valor algum porque a vida verdadeira existe no reino espiritual apenas. Esse pensamento tem ganhado força novamente em vários grupos religiosos e confrontam a verdade e a pureza do evangelho taxando os seus defensores de religiosos, legalistas entre outros.

Segundo, os gnósticos acreditam que possuem um conhecimento elevado, uma “verdade superior”, conhecida apenas por poucos. O Gnosticismo se origina da palavra grega gnosis, a qual significa “saber”, pois os gnósticos acreditam que possuem um conhecimento mais elevado, não da Bíblia, mas um conhecimento adquirido por algum plano místico e superior de existência. Os gnósticos se enxergam como uma classe privilegiada e mais elevada sobre todas as outras devido ao seu conhecimento superior e mais profundo de Deus. Tem suas raízes na ciência egípcia e filosofia grega e proclama a total independência de Deus e ignoram o único meio de redenção do homem - Jesus.

sábado, 24 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O secularismo na igreja

Na 2ª carta a Timóteo, Paulo, já ao final da jornada, disse:
“Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos a verdade, entregando-se às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério.”

Temos chegado a esse tempo referido pelo apóstolo: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina...”.

O secularismo invadiu as nossas igrejas, os princípios bíblicos se tornaram relativos e os que ainda defendem a sã doutrina são tidos como radicais ultrapassados. Afinal, a sociedade mudou, os valores mudaram, a liturgia tem que ser renovada, cantar salmos e hinos é coisa do século passado, pregação pode ser dispensada e oração é cousa para os fracos.

O apóstolo João, em sua 2ª Carta, adverte:
“Acautelai-vos, para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberdes completo galardão. Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más.”

A Bíblia é o manual de fé e prática que Deus deixou aos homens. Esse manual não muda, não poderá ser adaptado ao pecado. Tudo que se levante contra a santidade de Deus continua sendo pecado. Pecado é pecado, não importa o tempo passado, presente ou futuro.

Hoje, a mensagem do apóstolo Paulo aos coríntios continua na ordem do dia:
“Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais.”

Devido à multiplicidade e banalização do conceito de Igreja, temos para todos os gostos.
Há muitas que, de acordo com sua conveniência, a palavra pecado é proibida de ser ventilada. Atitudes, comportamentos devem ser tolerados, mesmo que se choquem com os valores absolutos da Bíblia Sagrada.

Justifica-se que tudo é plausível de aceitação em nome do amor. No entanto, a Igreja que prima pela Palavra de Deus, que ora, que não abre mão dos princípios absolutos nela contidos, que ama o pecador, mas não compactua com o pecado, que consola os angustiados de espírito, que dá de comer aos que têm fome essa é a verdadeira Igreja de Jesus.

“Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina.” Tito 2: 1.

A preocupação do grande apóstolo foi sempre com a doutrina. Todavia, o secularismo reinante em nossas Igrejas tem tomado conta do tempo e do pensamento do povo. Igrejas vazias nos trabalhos semanais, desinteresse com os Estudos Bíblicos,Reuniões de Orações, Escolas Dominicais, falta de pontualidade e assiduidade. O descompromisso é geral.

Voltemos ao primeiro amor, isto é: compromisso com as coisas de Deus, compromisso com as atividades da Igreja, zelo para com a Igreja. Afinal, Cristo morreu por você e o preço que Ele pagou foi muito alto.

terça-feira, 20 de setembro de 2011