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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Crise´- Terreno fértil para o milagre

Texto:2 Reis 4:1-7

l) PROBLEMAS PODEM SER O MÉTODO QUE DEUS USA PARA NOS FAZER CRESCER (1 Reis 4:1; Rm. 5:3-4).

1.É na crise que a gente cresce, amadurece e se torna mais úitl para o Reino de Deus.
2. Muitoa vezes Deus permite passemos por determinadas situações para nos ensinar lições que, de uma forma, não aprenderíamos.
3.É na hora difícil que se aprende a nadar para não morrer.

ll)EM CASA O MILAGRE DEPENDE DO QUE EU TENHO

1.Para Deus fazer um milagre ele não depende de muita coisa, pode ser uma botija com um pouco de azeite.
2. O pouco na mão do Senhor pode se tornar muito (Veja o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes Jo.6).

lll) O MILAGRE PODE NÃO ACONTECER QUANDO HÁ PROBLEMA DE RELACIONAMENTO COM A VIZINHANÇA. (v.3)

1. Pede vasilhas emprestadas para os teus vizinhos.
2. Relacionamentos quebrados impedem que Deus faça milagres em nossas vidas.
3. Nós quebramos e reconstrímos nossos relacionamentos.

lV) O TAMANHO DO MILAGRE É PROPORCIONAL AO TAMANHO DA MINHA FÉ (v.3).

1. Fé é um processo de gravidez e parto.
2. Muitas vasilhas, muito azeite, poucas vasilhas, pouco azeite, depende de você.
3. Se Deus disse que vai abrir a torneira aproveite e prepare bastante vasilhas.

V) A FONTE DO MILAGRE É INESGOTÁVEL (v.6).

1. O azeite parou...(não-acabou).
2.Enquanto houver vasilhas o milagre continua acontecendo.

Vl) NO MILAGRE HOUVE A PARTE HUMANA E A PARTE DE DEUS.

1. Deus age por nós quando fazemos a nossa parte.
2. Fé genuína tem que desembocar em obediência e trabalho.
3. O que você pode fazer, Deus não faz por você.

CONCLUSÃO:

1. Em tempo de crise, bata na porta certa e fale com a pessoa certa.
2. Ainda que seu problema tenha o tamanho do Mar Vermelho ou da muralha de Jericó, creia em milagre.
3. Nunca aceite perder aquilo que é herança do Senhor.
4. Por maior que seja a crise, não faça negócio com o diabo.


Por Josué Gonçalves

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Se liga - Coral Kemuel

Mc Culto Infeliz


A moda da comida rápida e pronta veio para ficar. As lanchonetes, os “por quilo”, os rodízios de massa e de carne se espalham por toda a parte atendendo uma clientela cada vez maior e cada vez com menos tempo para esperar por um prato “a la carte”. O ritual do comer, que envolvia um tempo de relaxamento, de descanso ao sentar e esperar pela comida, cedeu lugar à pressa, o sentar-se cedeu ao comer em pé, andando ou dirigindo. É o sinal dos tempos. Vida moderna caracterizada pela azia, gastrite e úlceras do comer atabalhoado.

Outro problema dos tempos modernos é a massificação dos temperos e sabores. Há multinacionais fazendo comida para ser esquentada por cozinheiros e chefs, com molho pronto e sabor igual para todos. O toque pessoal, a criatividade, o tempero, o paladar refinado, vai cedendo espaço para os paladares acostumados ao “pret-a-porter” da comida. Muda-se de restaurante, muda-se o nome do prato, mas o sabor é o mesmo em toda parte. Cada vez fica mais difícil a individualidade, o gosto pessoal. Alfaiates, costureiras, cozinheiros, doceiros, sapateiros, são profissões que estão a se extinguir pela inércia geriátrica. Morrem os velhos e não há gente nova para substituí-los.

Este tipo de comportamento massivo e massificante também tem chegado às igrejas. Tenho estado em contato com muitas igrejas em função de convites para pregar e dar palestras. Nos últimos tempos, por ter tido folga nos finais de semana, estive visitando várias igrejas de Campinas. Há em todas elas uma incrível similaridade na forma de conduzir a liturgia e em apresentar suas mensagens. Para quem se acostumou a liturgias bem feitas, estruturadas, com forte base teológica e unidade, ir a um culto pret-a-porter é algo nada edificante. Houve um empobrecimento das liturgias.

Aquilo que se construiu ao longo da história da igreja, os hinos, as litânias, as doxologias, as leituras responsais, cederam espaço a três momentos bem marcados: o louvor, os anúncios e a mensagem. O período de louvor é o tempo do barulho, da excitação, da empolgação. Há uma abundância de letras de adoração, mas faltam os cânticos dedicados ao arrependimento, à confissão, à consagração, à instrução. A moderna corinhologia tem se caracterizado pela abundância de cânticos que repetem jargões, lugares comuns e carecem de reflexão teológica.

Um estudo que serviu de tese de mestrado de um colega, mostrou que o hinário de uma das maiores igrejas evangélicas de Campinas não cobria a temática teológica existente no Credo Apostólico, mas havia profusão de cânticos de vitória e de adoração e muitos deles contrariavam a teologia pregada pela sua denominação.

As pregações são algo de se lamentar. Talvez tenha sido a coisa que mais empobreceu. Os sermões expositivos cederam lugar aos temáticos, onde é mais fácil o pregador dizer o que quer. E não são poucos os púlpitos onde se usa o texto por pretexto e não se tem sermão, mas arenga. O estudo cedeu lugar ao testemunho, a reflexão à empolgação, a instrução à confusão, a edificação à quantificação. A igreja é hoje avaliada pela sua platéia e não pela fidelidade a Deus e à Palavra.

Temos McCultos. Tudo pronto, embrulhado, ao gosto do freguês, digo, fiel. E fidelidade dos membros se mede pelas ofertas que faz. O McCulto é tanto mais abençoado quanto maior for o faturamento do dia.

Texto de Marcos Inhauser

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Lancamento!!!


São 3 DVD´s, com ministrações para empresários, profissionais liberais, comerciantes, homens de negócios, entre outros.

Gravado na igreja Voz de louvor, em 3 dias. Não deixe de adquirir esse material com principios bíblicos impactantes.

Para maiores informações: 11 4412-5522 ou edificar@shalomcomunidade.com.br

Sou teu Deus - Nani Azevedo

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

4 Estações - Kleber Lucas

Estações Espirituais


Na gênesis do mundo, lemos: Gênesis 8:22: “Enquanto durar a terra, não deixará de haver semente, ira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite”.Na gênesis da igreja, encontramos:Atos 14:17: “contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria”.
Todos sabemos que são 4 as estações do ano; Primavera, Verão, Outono e Inverno. A Primavera é a estação das flores, o verão é a época do calor, o outono é a época das frutas e finalmente o inverno é a época do frio.Ec 3.1 diz: “Tudo tem seu tempo determinado e há tempo para tudo debaixo do céu.”Os problemas surgem quando uma pessoa não consegue discernir a estação espiritual que está vivendo. Se não soubermos identificar corretamente a estação e o seu propósito responderemos de maneira errada.

1°. PRIMAVERA – Tempo de cumprimento de promessas

É a estação das flores e onde os dias ficam mais longos do que a noite.Sl 30:5: “…Ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã”. A primavera sempre sucede ao inverno. Devemos sempre esperar uma primavera espiritual logo depois de um difícil inverno.Ct 2:11: “Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem”. Aqui vemos promessas de Deus florescendo em nossas vidas. É a estação onde experimentamos prosperidade.Is 27:6: “Dias virão em que Jacó lançará raízes, florescerá e brotará Israel, e encherão de fruto o mundo”.

2°. VERÃO – Encontrando Deus na escassez

Suas principais características são dias longos e quentes (temperatura elevada), mas também possui dias geralmente chuvosos. A chuva é o derramar do Espírito Santo (avivamento). Algumas vezes o verão trás calor e enfado (sequidão espiritual). Nesses momentos devemos aprender a cavar mais fundo para encontrar água e experimentar refrigério. O verão produz é a habilidade de encontrar Jesus sem o auxílio de terceiros (estímulos externos), ou artifícios. Aprendemos a adorar sozinhos e recebermos diretamente do Senhor, sem fazer uso de intermediários.

3°. OUTONO – Tempo dos frutos

O Outono é uma estação que indica a passagem do verão para o inverno e suas principais características são: O amarelar das folhas e posteriormente suas quedas que pode causar um visual bastante agradável para nossos olhos. O outono é a estação dos frutos (maior variedade de frutas). O clima e a temperatura desta época do ano são a mais propicia para a produção de diversas frutas. E, além de aproveitar o aroma e sabor das frutas, podemos cuidar de nossa saúde, pois muitas frutas têm o poder curativo. Ezequiel 47:12: “Junto ao rio, às ribanceiras, de um e de outro lado, nascerá toda sorte de árvore que dá fruto para se comer; não fenecerá a sua folha, nem faltará o seu fruto; nos seus meses, produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; o seu fruto servirá de alimento, e a sua folha, de remédio”. A todos nós, Deus dá a oportunidade de frutificarmos e enchermos a terra dos frutos do Senhor.3. Infelizmente, muitos deixam passar essa estação sem manifestar os frutos:Jd 1:12b: “…árvores em plena estação dos frutos, destes desprovidas, duplamente mortas, desarraigadas”;

4°. INVERNO – Tempo para se aquecer

A principal característica do inverno é a queda da temperatura. Representa a estação de frieza espiritual – não significa que devemos ficar frios espiritualmente. O que fazer?
Alimentar-se com a Palavra de Deus (instintivamente ficamos com mais fome no inverno – isso é um mecanismo que nosso corpo encontra para aquecer-se, criando mais gordura, protegendo-nos, dessa forma, do frio). A Palavra de Deus tem todos os nutrientes espirituais necessários para nosso espírito. Estar mais perto das pessoas. Quando nos aproximamos uns dos outros, o calor de um passa para outro e então ficamos todos aquecidos.
Ec 4:9,11: “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará?”. Aquecer-se junto ao “fogo do Espírito”! Geralmente no período do inverno somos tomados por um instinto de “hibernar”. É aquela estação de nossas vidas onde não desejamos realizações, falta-nos motivação suficiente para caminhar. Precisamos ter cuidado com a passividade e a preguiça espiritual, senão ficaremos sem frutos:
Pv 20:4: “O preguiçoso não lavra por causa do inverno, pelo que, na sega, procura e nada encontra”.
Mas existe uma quinta estação na vida de um servo de Deus:

5°. A QUINTA ESTAÇÃO: A ESTAÇÃO DA COLHEITA DE ALMAS

Jo 4:35: “Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa”.
OBS.: A ceifa começava no mês de Abril, mais ou menos no tempo da Páscoa, e perdurava até a festa do Pentecoste. Isso significa que 4 meses antes da ceifa seria o mês de dezembro. O tempo próprio da semeadura era mais ou menos nos começos de dezembro.
1. Aqui está a estação que Jesus Cristo inaugurou quando veio a este mundo.
2. No mundo natural, há um período definido para a semeadura e para a ceifa, mas no mundo espiritual, essa estação é permanente. O tempo de colheita para a igreja não é daqui a “quatro meses”, mas agora mesmo!
Mt 9:37: “E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara”.

CONCLUSÃO: Cada estação espiritual produz em nós os frutos apropriados. Mas não importa em que estação espiritual estamos, não podemos negligenciar a estação da colheita em função das outras.

Por Marcos Arrais