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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Como é ser cristão no Sudão

A perseguição não é uma simples violação da liberdade de religião para os cristãos sudaneses, nem uma sequência de incidentes isolados, mas um padrão cruel
Sudão é o 5º país na atual Lista Mundial da Perseguição, o país subiu três posições em relação ao ano passado, quando ocupava o 8º lugar. Você consegue imaginar como vivem os nossos irmãos sudaneses? A perseguição não é uma simples violação da liberdade de religião para eles, nem uma sequência de incidentes isolados, mas um padrão cruel. Existe também um sistema político que visa fazer uma limpeza étnica nessa nação, onde cristãos não são bem-vindos e geralmente são tratados com muita hostilidade.
Historicamente, o islã tem raízes profundas na sociedade sudanesa, então há uma guerra sendo travada contra a igreja. O cenário do país já é violento por si só e nem mesmo a separação do Sudão do Sul, ocorrida em 2011, conseguiu amenizar essa situação, pelo contrário, causou grande tensão nas regiões fronteiriças, onde vivem muitos cristãos. Nos últimos anos, bombardeios feriram e mataram a muitos, além de destruírem casas, plantações e templos. Há milhares de famílias deslocadas e muitas igrejas são usadas como abrigos.
Cristãos são acusados e levados ao tribunal, muitos deles são presos e obrigados a pagar multas de altos valores por desobediência à legislação sudanesa e por crimes classificados como espionagem e apostasia. Ultimamente, essa situação tem sido cada vez mais comum. Leis de moralidade também são aplicadas de forma desproporcional contra aqueles que não seguem mais o islã. A discriminação é contínua contra os cristãos no país, que preferem os cultos nos lares para não chamar a atenção do governo e nem dos perseguidores. Interceda por eles.
Juntos pela África 

Os cristãos de alguns países da África Subsaariana enfrentam uma das piores perseguições de sua história.
No dia 11 de junho, data escolhida para o Domingo da Igreja Perseguida.
2017- Juntos faremos mais pelos nossos irmãos dessa região. 


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Muçulmanos turcos adoram Erdogan como um deus

A história de um estudioso muçulmano turco que se recusa a adorar Erdogan acrescenta muita credibilidade ao que temos dito há anos. Sacit Arvasi, um teólogo turco muçulmano com sede nos EUA, cujos sermões religiosos são amplamente populares, criticou os turcos por atribuir características divinas ao presidente Recep Tayyip Erdogan.
Ele admoestou o povo turco por considerar Erdogan como deus para ser adorado. Ele disse estar muito chateado por que as massas turcas estão aceitando tal heresia.
A mídia turca começou a atacar Avarsi e os muçulmanos turcos não aceitaram gentilmente a sua admoestação. A maioria dos que atacam Arvasi pedem aos muçulmanos que o ignorem, já que quem se opõe a Erdogan é “terrorista”.
Em outras palavras, a admoestação de Arvasi para parar o culto a Erdogan, não foi considerada como blasfêmia, mas é considerada algo equivalente ao terrorismo. Portanto, “vamos ignorá-lo cavalheiros e vamos continuar cantando ‘Erdogan-u-Akbar’ ”.
Quando décadas atrás foi dito que a Turquia iria produzir um homem que seria adorado como deus, muitos ocidentais com pouco conhecimento sobre o sufismo islâmico disseram  que o Islã não diviniza o homem.
Não esqueçamos que a Bíblia é um livro focado principalmente no Oriente Médio. Ela é a melhor fonte para prever o futuro do Oriente Médio, mas ela quase nunca é usado por qualquer estudioso ocidental.
Hoje temos um homem na Turquia, exatamente como previsto ao analisar as Escrituras: Presidente Recep Tayyip Erdogan. Ninguém pode afirmar com 100% de certeza que Erdogan é o anticristo. Mas, o anticristo não pode ser alguém que o mundo já espera; o diabo certamente nublará os olhos das pessoas para ver seu filho da perdição em visão oposta de como a Bíblia descreve o homem do pecado.
É por isso que muitos insistem que o Papa ou algum político da Grécia será o anticristo. Eles estão sendo enganados.
Mas que outro ponto na terra combina com a Turquia como a terra do anticristo, especialmente que Erdogan e Turquia são “da terra de Magogue”? Qual outro homem se qualifica hoje, além de Erdogan, para ser “príncipe chefe de Meseque e Tubal” (Ezequiel 38: 3), em que os estudiosos da história concordam que é a Ásia Menor?
Todos os estudiosos das profecias também concordam que o anticristo “se assenta em Pérgamo [Ásia Menor]”, o “assento de satanás” (Apocalipse 2:12).
A Turquia também se qualifica também como “rei do norte” (Daniel 11:40). O território do Anticristo representa a terra da Grécia antiga (não apenas a Grécia moderna), onde o único versículo em toda a escritura que aponta onde Cristo marcha é em direção ao norte (Zacarias 9:14): “E o Senhor Deus Será visto sobre eles, e seu dardo sairá como o relâmpago: e o senhor Deus tocará a trombeta, e vai no turbilhão do sul?” E esse texto mesmo nos diz que “Javan” que está na Ásia Menor.
Erdogan é o Anticristo? Nós não sabemos. Devemos esperar e ver.
Fonte: Shoebat.com



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Testes de mísseis elevam tensão entre Irã e Arábia Saudita

Uma série de testes com mísseis no Iêmen estão elevando a tensão entre os governos da Arábia Saudita e do Irã, que têm posições opostas no conflito civil iemenita.
Nesta segunda-feira (6), o Ministério da Defesa do Iêmen, que é controlado pelo rebeldes xiitas houthis, informou que fez o "lançamento de um míssil balístico contra objetivos militares na região de Riad", na Arábia Saudita, mas ressaltou que esse era um "teste de caráter excepcional" e não informou se a ação atingiu seu objetivo.
Mais cedo, uma emissora árabe chegou a noticiar que a capital saudita foi "atacada", mas a informação não foi confirmada oficialmente. No entanto, rebeldes afirmaram à agência Saba, que é controlada pelos houthis, que o lançamento "foi um sucesso" e atingiu a base militar de al-Mazahmiya, que fica a mil quilômetros da capital iemenita Sanaa.
Esse é mais um dos incidentes das últimas semanas entre os houthis e o governo saudita. Na última semana, o governo acusou os iemenitas de fazer um ataque com uma "embarcação-bomba" contra um navio de sua frota.
Apesar dos ataques entre os rebeldes e o governo saudita, Riad acusa o Irã de apoiar e municiar os houthis, sendo então responsável pelos lançamentos de mísseis balísticos. Por sua vez, os rebeldes acusam a Arábia Saudita de não cumprir com um acordo de cessar-fogo e de continuar atacando civis no Iêmen.
Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), a crise no Iêmen fez, até outubro do ano passado, mais de 180 mil pessoas deixarem o país, 51 mil delas fugindo para o vizinho Omã, e 39 mil, para a Arábia Saudita. (ANSA).
Para muitos estudiosos das profecias, a Arábia Saudita, em especial a cidade de Meca ( que significa “mãe de todos os acampamentos”) é a prostituta babilônia descrita no Apocalipse por João como estando num deserto junto ao mar ( Mar vermelho) e esse conflito seria o prenuncio do cumprimento das profecias contidas nos livros de Jeremias e Zacarias:
Jeremias 51:11: “Afia as flechas, preparai os escudos; o Senhor despertou o espírito dos reis da Média (irã); porque o seu intento é contra Babilônia para a destruir”.
As flechas aqui citadas e o rolo volante de Zacarias (Zc 5:1-4 e Zc 5:11), na verdade, seriam mísseis que irão ser disparados pelo Irã em direção à Arábia Saudita. 

O profeta Zacarias informa que esse rolo volante sai da terra do Sinar (região que engloba partes do Irã e do Iraque).

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Vencendo os inimigos externos e internos

“E as aves de rapina desciam sobre os cadáveres; Abraão, porém, as enxotava. E pondo-se o sol, um profundo sono caiu sobre Abrão; e eis que medo e grande escuridão caíram sobre ele”. Gênesis 15: 11-12

Abraão estava fazendo uma aliança com Deus. Alguns animais foram partidos ao meio e dispostos sobre uma pedra como oferta de sangue e a confirmação dessa aliança era o fogo de Deus passando entre essas metades. A partir daquele momento Abraão passaria a caminhar com Deus, com destino as promessas feitas a ele e a sua descendência.

No entanto, mesmo decidido a viver e experimentar a presença e o cuidado de Deus em sua caminhada, Abraão se depara com percalços e dificuldades que são comuns àqueles que decidem viver em novidade de vida e propósitos.

Aves de rapina descem sobre o holocausto tentando raptar a oferta colocada sobre o altar. Abraão começa a lutar com todas as suas forças enxotando essas aves. Após lutar por bastante tempo e, estando extremamente cansado, ele é tomado por um profundo sono e começa lutar consigo mesmo.

Em momentos de decisão, é certo que enfrentaremos a escuridão, a solidão, o medo; travaremos intensas batalhas contra dificuldades e inimigos externos, mas também lutaremos contra o nosso “eu”, contra a nossa natureza limitada e finita.

Não se permita ser roubado! Não, não se entregue! Lute! Seja forte! A recompensa é reservada somente àqueles que fazem da perseverança e fé em Deus a sua bandeira.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

sábado, 28 de janeiro de 2017

As inscrições de Siloé" - Turquia não devolverá prova da ligação dos judeus com Jerusalém

Apesar da retomada das relações diplomáticas no final do ano passado, a Turquia não devolverá a Israel a tabuleta conhecida como “As Inscrições de Siloé”.

O registro, de 2.700 anos de idade, feito em pedra, traz escritos feitos no túnel do rei Ezequias, que supria de água a fonte de Gion, no tanque de Siloé, no leste de Jerusalém.

O texto é considerado um dos mais antigos escritos sobre Jerusalém fora da Bíblia. A mensagem, grafada em um alfabeto paleo-hebraico, tem grande importância arqueológica, pois confirma a inequívoca ligação dos judeus com sua capital.

Ela descreve a construção mencionada no Antigo Testamento (2 Rs 20 e 2 Cr 30). A tradução da mensagem seria: “E esta foi a maneira em que foi perfurado: Enquanto [. . .] ainda havia [. . .] machados, cada homem em direção ao seu companheiro, e quando ainda faltavam três côvados para serem perfurados, [ouviu-se] a voz dum homem chamando seu companheiro, pois havia uma sobreposição na rocha à direita [e à esquerda]. Quando o túnel foi aberto, os cavadores cortaram (a rocha), cada homem em direção ao seu companheiro, machado contra machado; e a água fluiu da fonte em direção ao reservatório por 1.200 côvados, e a altura da rocha acima da(s) cabeça(s) dos cavadores era de 100 côvados.”

Encontrada em 1880 por arqueólogos britânicos, foi cortada da parede do túnel uma década depois. Foi entregue ao Império Otomano, que controlava Jerusalém na época, acabou indo para o Museu Arqueológico de Istambul, onde está até hoje. O local tem em seu acervo outras duas relíquias judaicas descobertas na Terra Santa.

Desde outubro de 2016, quando as Nações Unidas e a UNESCO passaram a negar os laços dos judeus com o Monte do Templo e com Jerusalém, tentado forçar sua entrega aos palestinos, o governo israelense vem usando como argumento a existência de vários registros extra bíblicos que provam o contrário.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu passou a dizer publicamente que tentaria reaver algumas dessas peças, incluindo a “Inscrição de Siloé”, que ele tentou repatriar pela primeira vez em 1998.

Em troca, ofereceu “qualquer coisa” que estivesse nos museus de Israel que pertencesse ao antigo Império Otomano. A Turquia não deu uma resposta pública na época e adotou a mesma estratégia agora. 

Com informações de Times of Israel


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Clérigo muçulmano adverte sobre mudança da embaixada dos EUA em Jerusalém

O clérigo iraquiano Moqtada al-Sadr enviou uma clara advertência aos Estados Unidos sobre o plano de transferir a embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, dizendo que o presidente Donald Trump não o faria - seria considerado uma declaração de guerra ao Islã.
Trump deve tomar sua decisão sobre a localização da embaixada em breve. E o mundo muçulmano está em polvorosa.
"Sadr, um clérigo clérigo xiita cuja milícia lutou uma vez contra as forças de ocupação dos EUA no Iraque, pediu a 'formação de uma divisão especial para libertar Jerusalém da decisão a ser implementada'.
Sadr disse que a Liga Árabe do Cairo, bem como a Organização de Cooperação Islâmica, principal órgão pan-islâmico do mundo, devem tomar uma posição decisiva sobre a questão ou se dissolverem.
"O clérigo baseado em Najaf também chamou" para o fechamento imediato da embaixada dos EUA no Iraque "se Washington continuar com sua promessa de transferência da embaixada em Israel".
Por Cheryl Chumley