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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Extremistas islâmicos matam 20 cristãos em ataque a aldeia, na Nigéria

Muçulmanos extremistas de etnia Fulani assassinaram 20 cristãos, 19 deles da mesma igreja Batista e um de uma Igreja Metodista. O ataque ocorreu durante a noite de 7 a 8 de setembro, de acordo com fontes na vila de Ancha no Estado do Planalto. 

De acordo com a International Christian Concern (ICC), uma família inteira foi morta no ataque. Cinco outros ficaram feridos no hospital. O pastor da Igreja Batista de Salama disse à ICC: “Meu coração está terrivelmente pesado. Não consegui dormir”.

O reverendo Nanchwat Laven disse que os extremistas entraram na aldeia perto da meia-noite. Ele disse que as relações entre as duas comunidades eram boas. "É claro que tivemos problemas algumas vezes com os pastores Fulani, pois eles deixavam o gado pastar nas nossas fazendas, destruindo nossas colheitas", disse ele.

"Os extremistas realizaram o ataque porque somos cristãos e eles também tiveram algum problema com seu gado em nossas fazendas". Falando em um canal de notícias da televisão local após o acontecido, o Comissário da Polícia do Estado de Plateau confirmou que o ataque foi perpetrado por militantes de etnia Fulani e disse que ainda não foram realizadas prisões. Ele disse que era uma represália pelo assassinato de um menino Fulani. No entanto, o menino Fulani em questão foi morto na aldeia de Hukkie, que fica aproximadamente 15 quilômetros de Ancha.

Crianças mortas
O secretário da Igreja Batista de Salama, John Bulus, disse à Morning Star News: "A aldeia onde eles reivindicaram que um deles foi morto há mais de um ano não faz parte da nossa aldeia e nunca tivemos qualquer mal-entendido com eles no passado". Ele disse que nove das 20 pessoas mortas eram crianças, com idade entre três meses e 17 anos.
Ele ainda comentou que ele mesmo escapou da morte: "Um deles correu atrás de mim na casa, e ele ficou na porta do meu quarto, querendo atirar, e depois de alguns minutos ele saiu para se juntar a seus colegas. E assim que eu saí, ouvi tiros em toda a aldeia. Eles ficaram atirando em toda a aldeia e isso durou cerca de 25 minutos”, ressaltou.

Extremistas
Esse ataque foi o último de uma série de investidas dos extremistas muçulmanos Fulanis, contra os cristãos. Em parte, tal ação reflete a pressão que os agricultores cristãos sofrem no cinturão central da Nigéria. A mudança climática expande a região desértica e leva os muçulmanos Fulani para o sul, fazendo com que haja choques entre os povos. No entanto, os ataques também são impulsionados por islamitas radicais que são de ideologia jihadista e querem matar ou expulsar os cristãos.

O gerente regional do ICC, Nathan Johnson, disse: "O governo nigeriano precisa responsabilizar os militantes extremistas por suas ações. Permitir que eles cometam essas atrocidades é colocar muitas vidas nigerianas em risco e mostra que realmente não valorizam todos os cidadãos. Esperamos que o governo possa tomar medidas efetivas para desmilitarizar e estabilizar os Fulanis e impedir a matança sem sentido de tantos agricultores cristãos", finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

É tempo de andar com Deus

Passou por essa terra, um homem chamado Enoque..
Ele andou com Deus, agradou tanto à Deus, e já não era, Deus um dia falou: "Você anda tanto comigo... fica de vez aqui na minha morada".

'Andar com Deus' é ser um com Ele..
É ser amigo.. Íntimo..
É pensar como Ele...
Sentir como Ele...
É falar como Ele...

É chegar no ponto que já não é a pessoa, é Deus nela.. sabe gente 'cheia' de Deus?
O homem natural não atinge isso... Sua mente é contrária à Deus..
Mas Enoque andou... saiu do natural...
Não viveu de forma comum e foi levado também de forma incomum...

Era justo, no meio de uma geração terrivelmente corrupta (semelhante a nossa).... Era diferente...
Quem anda com Deus, fatalmente se torna diferente dos demais..
Ele é diferente, porque manifesta 'a própria vida de Deus'.
Hebreus 11 diz que pela fé Enoque conseguiu... Graça.

Ele viveu 365 anos..
Quando tinha 65 anos gerou um filho, muito famoso por sinal, por ter sido o homem que mais viveu sobre a terra - 969 anos.. seu nome:, Matusalém
O fato é que, Enoque 'andou' tanto com Deus que Ele não escondeu dele o que pretendia fazer àquela geração corrupta moral, social e espiritual. (Viria juízo)

E então aconteceu algo interessante - Era costume colocar nome nos filhos de acordo com algo que aconteceu e ainda de acordo com algo que aconteceria.
Quando seu filho nasceu lhe pôs o nome de Matusalém..
(Alguns dicionários dizem significar homem armado) mas, Vem de Muth.. significando morte
E shalach, significando trazer em seguida..
Matusalém = sua morte trará,
Ou ainda, (qdo este morrer, isto virá).
Quando matusalém morresse o juízo viria...

Será que foi coincidência ele ser o que mais viveu?? Não.. tudo tem um 'propósito', um 'porquê' bem definido
O fato de Matusalém ter sido o homem que mais viveu sobre a terra, demonstra a longanimidade de Deus para com aquela geração, a sua misericórdia estendida.

Já na época de Noé, Deus diz à ele: Você é O ÚNICO justo que encontrei nessa geração. (Gn 7.1)
Deus o manda construir a arca porque o juízo estava chegando
(Gn 7.4) Deus lhe diz exatamente quando o juízo viria. Ele foi avisado.
(Gn 7.10 ) Deus disse e cumpriu... o juízo chegou...

Lembram de Matusalém?
Estudiosos bíblicos ensinam que no ano que morreu Matusalém, no mesmo ano, o juízo veio...

Por Eidy Nascimento

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Missões em Roraima junto aos refugiados venezuelanos


Os nossos missionários Samira Soares e João Paulo Goi estão em Boa Vista, Roraima trabalhando no projeto Recriart Educar.
Esse projeto consiste em alcançar os refugiados venezuelanos que tem chegado ao Brasil em grande número, fugindo, principalmente da fome e falta de emprego e oportunidades em seu país.

Os missionários tem envolvido as crianças, adolescentes e mulheres oferecendo aulas de português, música, dança, artesanato, esportes e recreação, além de momentos de oração, louvor e ensino da Palavra de Deus.

As mulheres tem sido alcançadas com cursos de corte e costura e artesanato indígena. Tudo isso visando trazer esperança de um futuro melhor para essas artesãs e suas famílias, fomentando assim, renda e possibilidade de sustento para eles.
Oremos por eles!!!

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

A túnica sem costura

"Então os soldados, após crucificarem Jesus, tomaram as suas vestes e fizeram delas quatro partes, para cada soldado uma parte, e também a túnica. A túnica era sem costura, tecida em uma peça. Pelo que disseram entre si: Não vamos rasgá-la, mas deitemos sorte sobre ela, de quem será, para que se cumprisse a escritura que diz: Eles dividiram minhas roupas entre si, e para a minha túnica lançaram sorte”. João 19:23-24
Um homem judeu, nos tempos de Jesus, normalmente usava um vestuário composto por quatro peças: turbante, cinto, túnica e capa externa. A capa externa usada por Jesus foi confeccionada de maneira especial, de modo a identificá-Lo como um sumo sacerdote. Nela não havia remendos nem costuras laterais conforme Êxodo 28:31-33. Assim era a túnica usada pelos sumos sacerdotes designados a oferecer sacrifícios diante de Deus em favor do povo.
Era um costume romano que as vestimentas usadas por condenados na hora da execução se tornassem propriedade dos seus algozes. Assim, os quatro soldados que crucificaram a Jesus dividiram entre si as peças do seu vestuário. Como o manto era sem costura e de grande valor não podia sofrer avarias; rasgado perderia seu valor, então decidiram sorteá-lo para ver com quem ficaria.
Aqui os soldados romanos se detiveram apenas no valor monetário do manto de Jesus sem perceber que estava diante deles muito mais do que uma peça de vestuário valiosa – havia ali a riqueza da oportunidade. Não perceberam que “O Grande Sacerdote” estava tão perto deles, acessível, embora estivessem executando um ofício carregado de injustiça.
Hoje somos convidados a olhar para o sacrifício da cruz e o Cristo ali crucificado com maior valor e importância. Os soldados romanos conheciam apenas o preço daquelas vestes, mas não o seu valor. Desconheciam as profecias; não discerniram o real significado daquele manto e momento - desperdiçaram uma oportunidade única.
Quantos têm despertado para o sacrifício de Cristo apenas no que tange as bênçãos materiais e temporais que dele advém e ignoram que o manto sem costuras não estava sobre Ele no momento da sua crucificação porque naquele instante Ele padecia a nossa miséria.
Ele se despiu de seu manto sacerdotal para que nós fôssemos envolvidos por ele. Toda a riqueza das vestes sacerdotais foi nos dada, mesmo sendo seus ferrenhos algozes, para nos cobrir e nos tornar um sacerdócio eterno e santo.