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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Londres: 423 novas mesquitas e 500 igrejas fechadas

“Londres está mais islâmica do que muitos países muçulmanos”, afirmou Maulana Syed Raza Rizvi, um dos pregadores islâmicos que lideram o “Londrestão”, como a jornalista Melanie Phillips chama a capital Inglesa.
Wole Soyinka, Prêmio Nobel de Literatura, chamou recentemente o Reino Unido de “um caldeirão de islâmicos”. Por sua vez o prefeito de Londres, Sadiq Khan, que é muçulmano, tentou minimizar o recente ataque terrorista na cidade. “Os terroristas não suportam o multiculturalismo de Londres”, afirmou.

Parece, na verdade, que o oposto é verdadeiro: o multiculturalismo é o que está alimentando o fundamentalismo islâmico. Um exemplo disso são as 423 novas mesquitas da cidade, que parecem ter sido construídas sobre as ruínas do cristianismo inglês.
O prédio da Igreja Unida de Hyatt foi comprado pela comunidade egípcia para ser transformado em uma mesquita. A Igreja de São Pedro foi convertida na Mesquita de Madina.
A mesquita de Brick Lane está num prédio que antes abrigava uma igreja metodista. O mais importante é que não são apenas os edifícios que sendo “convertidos”, as pessoas também. O número de adeptos do Islã dobrou nos últimos anos. Também cresce os adeptos do Islã radical, como Khalid Masood, o terrorista que matou pessoas na ponte de Westminster vinha de uma família cristã.
Uma foto recentemente publicada pelo Daily Mail ilustra bem o que se passa no coração de Londres. Ela mostrava uma igreja na mesma rua de uma mesquita. Na Igreja de Santa Maria, com espaço para acomodar mais de mil fiéis, apenas 20 pessoas se reuniram na missa. A poucos metros dali, a mesquita de Brune Street estava superlotada. Ela tem espaço para apenas 100 pessoas. Às sextas-feiras, os seus frequentadores fazem as rezas no meio de rua.
Ao que parece, o cristianismo na Inglaterra está se tornando uma relíquia, enquanto o Islã será a religião do futuro.

Em Birmingham, a segunda maior cidade britânica, onde muitos jihadistas vivem e orquestram seus ataques, os minaretes islâmicos dominam a linha do horizonte. A comunidade islâmica pediu à prefeitura permissão para que as mesquitas britânicas chamem os fiéis à oração pelos alto-falantes das mesquitas várias vezes por dia.
Embora cerca de metade dos muçulmanos britânicos tenham menos de 25 anos, um quarto dos cristãos tem mais de 65 anos. “Em mais 20 anos haverá mais locais muçulmanos ativos do que igrejas”, avalia o líder ateísta Keith Porteous Wood.

Em 2020, estima-se que o número de muçulmanos praticantes será de, pelo menos 683.000, enquanto o número de cristãos que participam da igreja cairá para 679.000. “A nova paisagem cultural das cidades inglesas chegou. A paisagem homogeneizada e cristã da religião do Estado está em recuo”, avalia Ceri Peach, da Universidade de Oxford.
Desde 2001, 500 igrejas de Londres de todas as denominações foram vendidas e transformadas em casas particulares ou locais de entretenimento. Durante o mesmo período, as mesquitas britânicas se proliferaram.
Entre 2012 e 2014, a proporção de britânicos que se identificam como anglicanos caiu de 21% para 17%, um decréscimo de 1,7 milhões de pessoas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo respeitado Instituto de Pesquisa Social NatCen, o número de muçulmanos cresceu em quase um milhão.
O número de cristãos praticantes está em declínio a uma taxa tal que dentro de uma geração, serão três vezes menor que os muçulmanos que vão regularmente à mesquita na sexta-feira.
Demograficamente, a Grã-Bretanha vem ficando cada vez mais islâmica. As cidades mais importantes têm grandes populações muçulmanas: Manchester (15,8%), Birmingham (21,8%) e Bradford (24,7%).

Em Birmingham, a polícia desmantelou uma célula terrorista. Em Bradford e Leicester, metade das crianças já são muçulmanas. Em 2015, o nome mais comum na Inglaterra era Mohammed, incluindo variações de ortografia como Muhammad e Mohammad.

Os muçulmanos não precisam se tornar a maioria no Reino Unido; só precisam gradualmente islamizar as cidades mais importantes. Essa mudança já está ocorrendo. “Londrestão” não é um pesadelo de maioria muçulmana, é um híbrido cultural, demográfico e religioso em que o cristianismo declina e o Islã avança.

Tribunais de sharia
A imprensa é parcialmente responsável por isso. Por exemplo, depois do ataque à revista satírica francesa Charlie Hebdo, o chefe do serviço secreto, Sir John Sawers, recomendou a autocensura e “alguma restrição” ao se discutir o Islã. Em muitos casos de atentados, os meios de comunicação evitam a palavra terrorismo e eliminam os aspectos religiosos que geralmente são a motivação dos ataques.
De acordo com um levantamento da revista The Spectator, apenas duas das 1.700 mesquitas na Grã-Bretanha hoje ensinam uma interpretação moderada do Islã, em comparação com 56% nos Estados Unidos. Os wahabitas controlam 6% das mesquitas no Reino Unido, enquanto o ramo fundamentalista Deobandi controla 45%.
De acordo com uma pesquisa do Centro de Conhecimento da Inglaterra, um terço dos muçulmanos que vivem lá não se sente “parte da cultura britânica”.
Como outras capitais na Europa, Londres também está cheia de tribunais da sharia. Há oficialmente 100. O advento deste sistema judicial paralelo foi possível graças à Lei de Arbitragem Britânica e ao sistema de Resolução Alternativa de Disputas.
O primeiro passo para a introdução da sharia foi justamente o discurso de “neutralidade”. Um dos principais juízes britânicos, Sir James Munby, disse que o cristianismo já não influencia os tribunais e que estes devem ser “multiculturais”, o que abriu espaço para a lei religiosa islâmica – que pede a morte dos infiéis – ser vista com naturalidade.
Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury, e o ministro da Justiça Lord Phillips também sugeriram que a lei britânica deveria “incorporar” elementos da lei da sharia. A cultura britânica está capitulando rapidamente aos fundamentalistas islâmicos, para aceitar suas demandas.
Nas universidades britânicas também pode ser visto o avanço da lei islâmica. As diretrizes oficiais das universidades do Reino Unido agora preveem que “grupos religiosos ortodoxos” podem separar homens e mulheres durante os eventos.
Na Universidade Queen Mary de Londres, as mulheres usam uma entrada separada e são forçadas a sentar-se numa sala sem poder fazer perguntas ou levantar as mãos, como é a norma nos países islâmicos, onde as mulheres têm direitos limitados.
Com informações Gatestone Institute

quinta-feira, 30 de março de 2017

Perseguição aos cristãos congoleses

Recentemente, Nicaise Kibel'Bel Oka, um jornalista congolês e editor da revista “Les Coulisses”, na República Democrática do Congo, publicou um livro em francês intitulado por “O advento da jihad na República Democrática do Congo – o terrorismo islâmico desconhecido do ADF (Allied Democratic Forces – Forças Democráticas Aliadas)”. A ADF é um grupo rebelde de oposição ao governo, atuante tanto no Congo quanto na Uganda. Ele tem sido responsável por milhares de mortes de cristãos com um único objetivo: fazer uma “limpeza étnica” nessas nações. Desde 1990, os militantes atuam na região fronteiriça do norte do Congo.
De acordo com o autor, a organização tem agido com impunidade e a mídia não tem relatado suas ações. “Meu livro chama a atenção para esse fenômeno, que tem sido uma ameaça para o nosso país e também para as regiões próximas. Em três anos, ataques atribuídos ao ADF já mataram mais de 800 pessoas. Alguns podem até negar a existência de uma insurgência islâmica já que esses rebeldes nunca reivindicam seus atos bárbaros, mas a mensagem violenta deles é dirigida à mídia internacional”, comenta Oka. Segundo ele, o grupo age silenciosamente e assim consegue estabelecer sua presença nessas nações sem alarmar os cidadãos.
“A comunidade islâmica do Congo está ciente desse aumento do islamismo radical. Alguns imãs proeminentes admitem isso, mas são impotentes, por medo de represálias e porque fazem parte da Ummah (termo árabe que define a Comunidade Muçulmana Mundial)”, explicou. Oka acredita que “ADF” é um nome que não descreve seus membros. “Se fossem verdadeiros democratas, como diz o título, não cometeriam atos contrários aos valores da democracia. Seu nome original era MDI (Muslim Defense International – Defesa Muçulmana Internacional) e veio de uma seita paquistanesa estabelecida na Tanzânia, em 1940. Depois disso, recrutaram militantes de várias nações, entre elas, Burundi, Quênia, Sudão e Somália”, conta o jornalista.
O fato é que os cristãos estão morrendo em meio à insurgência islâmica não declarada e pouco divulgada. Em 2016, o Congo ocupava a 52ª posição entre os países que mais perseguem cristãos no mundo, faltando poucas posições para integrar à Lista Mundial da Perseguição. A violência contra os seguidores de Cristo continua crescendo a cada dia entre os congoleses. Igrejas são frequentemente invadidas, milhares de cristãos tiveram que deixar suas casas e vivem deslocados, há relatos de que vários já foram torturados e agredidos até a morte por causa da fé. Ore pela igreja na República Democrática do Congo.


sábado, 18 de março de 2017

Atriz pornô larga carreira de 100 mil reais por mês e vira pastora evangélica

Uma jovem identificada como Crystal Bassette de Clay, de 33 anos, da cidade de Nova York, que passou cerca de 10 anos na indústria da pornografia, abandonou sua carreira de estrela e estilo de vida pródigo para se tornar pastora de uma pequena igreja da cidade onde mora.

Conhecida na indústria pornográfica como Nadia Hilton, a atriz mudou radicalmente sua vida. Há pouco mais de três anos, ela deixou a fama e dinheiro para virar uma pastora.
Em entrevista à Barcroft TV, Crystal relatou o passado de traumas: “Na minha primeira gravação, após a cena, eu sentei no chuveiro e chorei por duas horas”. Crystal teve contato com o mundo pornô depois de se tornar mãe solteira ainda jovem, atuando em mais de cem produções.
Crystal decidiu entrar no mundo da pornografia, depois de se encontrar com um agente de filmes adultos que lhe disse que ela tinha o potencial de ganhar aproximadamente cerca de R$ 93 mil reais por mês na indústria pornográfica.
Crystal começou a beber para conseguir fazer as cenas. Após vários acontecimentos em sua vida, incluindo um grave acidente de carro, fez ela perceber que ela queria começar uma nova vida e se voltou para a Bíblia onde pediu ajuda em oração.
Ela começou a dedicar sua vida a Deus e, no processo, ela conheceu seu agora marido David, um pastor evangélico, com quem ela está casada desde 2014 e então teve outro filho.
O casal fundou a igreja evangélica “Novos Recomeços na Vida Cristã”, em Fulton, em Nova Iorque, onde atuam como pastores e esperam usar a sua história para inspirar outras pessoas. "Meu passado me fez quem sou hoje, e Deus mudou minha vida completamente", disse Crystal. 


quarta-feira, 1 de março de 2017

"Achei Davi..."

“Achei a Davi...., homem segundo o meu coração...”  Atos 13:22

Ao ouvirmos essa declaração, num primeiro momento, ela parece ser totalmente incoerente. 

Considerando os atributos de santidade e justiça divina em relação à condição de Davi, um homem cheio de defeitos, um assassino, adúltero, mau administrador e péssimo pai, parece um contra censo admitir que Deus procurasse por esse homem.

No entanto ao analisarmos essa declaração com mais profundidade, observamos que ela se constitui numa grande expressão de graça e amor divino. Expressão essa que aproxima partes irreconciliáveis, concilia naturezas distintas, alcança o homem em sua miserável condição, traz justificação ao culpado, resgate ao perdido, vivifica o que está morto, levanta o caído, dá força ao fraco e esperança ao desvalido.


A despeito de nosso estado e condição, Deus ainda continua procurando corações abertos ao seu mover e agir. Quem se habilita?

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Como é ser cristão no Sudão

A perseguição não é uma simples violação da liberdade de religião para os cristãos sudaneses, nem uma sequência de incidentes isolados, mas um padrão cruel
Sudão é o 5º país na atual Lista Mundial da Perseguição, o país subiu três posições em relação ao ano passado, quando ocupava o 8º lugar. Você consegue imaginar como vivem os nossos irmãos sudaneses? A perseguição não é uma simples violação da liberdade de religião para eles, nem uma sequência de incidentes isolados, mas um padrão cruel. Existe também um sistema político que visa fazer uma limpeza étnica nessa nação, onde cristãos não são bem-vindos e geralmente são tratados com muita hostilidade.
Historicamente, o islã tem raízes profundas na sociedade sudanesa, então há uma guerra sendo travada contra a igreja. O cenário do país já é violento por si só e nem mesmo a separação do Sudão do Sul, ocorrida em 2011, conseguiu amenizar essa situação, pelo contrário, causou grande tensão nas regiões fronteiriças, onde vivem muitos cristãos. Nos últimos anos, bombardeios feriram e mataram a muitos, além de destruírem casas, plantações e templos. Há milhares de famílias deslocadas e muitas igrejas são usadas como abrigos.
Cristãos são acusados e levados ao tribunal, muitos deles são presos e obrigados a pagar multas de altos valores por desobediência à legislação sudanesa e por crimes classificados como espionagem e apostasia. Ultimamente, essa situação tem sido cada vez mais comum. Leis de moralidade também são aplicadas de forma desproporcional contra aqueles que não seguem mais o islã. A discriminação é contínua contra os cristãos no país, que preferem os cultos nos lares para não chamar a atenção do governo e nem dos perseguidores. Interceda por eles.
Juntos pela África 

Os cristãos de alguns países da África Subsaariana enfrentam uma das piores perseguições de sua história.
No dia 11 de junho, data escolhida para o Domingo da Igreja Perseguida.
2017- Juntos faremos mais pelos nossos irmãos dessa região. 


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Muçulmanos turcos adoram Erdogan como um deus

A história de um estudioso muçulmano turco que se recusa a adorar Erdogan acrescenta muita credibilidade ao que temos dito há anos. Sacit Arvasi, um teólogo turco muçulmano com sede nos EUA, cujos sermões religiosos são amplamente populares, criticou os turcos por atribuir características divinas ao presidente Recep Tayyip Erdogan.
Ele admoestou o povo turco por considerar Erdogan como deus para ser adorado. Ele disse estar muito chateado por que as massas turcas estão aceitando tal heresia.
A mídia turca começou a atacar Avarsi e os muçulmanos turcos não aceitaram gentilmente a sua admoestação. A maioria dos que atacam Arvasi pedem aos muçulmanos que o ignorem, já que quem se opõe a Erdogan é “terrorista”.
Em outras palavras, a admoestação de Arvasi para parar o culto a Erdogan, não foi considerada como blasfêmia, mas é considerada algo equivalente ao terrorismo. Portanto, “vamos ignorá-lo cavalheiros e vamos continuar cantando ‘Erdogan-u-Akbar’ ”.
Quando décadas atrás foi dito que a Turquia iria produzir um homem que seria adorado como deus, muitos ocidentais com pouco conhecimento sobre o sufismo islâmico disseram  que o Islã não diviniza o homem.
Não esqueçamos que a Bíblia é um livro focado principalmente no Oriente Médio. Ela é a melhor fonte para prever o futuro do Oriente Médio, mas ela quase nunca é usado por qualquer estudioso ocidental.
Hoje temos um homem na Turquia, exatamente como previsto ao analisar as Escrituras: Presidente Recep Tayyip Erdogan. Ninguém pode afirmar com 100% de certeza que Erdogan é o anticristo. Mas, o anticristo não pode ser alguém que o mundo já espera; o diabo certamente nublará os olhos das pessoas para ver seu filho da perdição em visão oposta de como a Bíblia descreve o homem do pecado.
É por isso que muitos insistem que o Papa ou algum político da Grécia será o anticristo. Eles estão sendo enganados.
Mas que outro ponto na terra combina com a Turquia como a terra do anticristo, especialmente que Erdogan e Turquia são “da terra de Magogue”? Qual outro homem se qualifica hoje, além de Erdogan, para ser “príncipe chefe de Meseque e Tubal” (Ezequiel 38: 3), em que os estudiosos da história concordam que é a Ásia Menor?
Todos os estudiosos das profecias também concordam que o anticristo “se assenta em Pérgamo [Ásia Menor]”, o “assento de satanás” (Apocalipse 2:12).
A Turquia também se qualifica também como “rei do norte” (Daniel 11:40). O território do Anticristo representa a terra da Grécia antiga (não apenas a Grécia moderna), onde o único versículo em toda a escritura que aponta onde Cristo marcha é em direção ao norte (Zacarias 9:14): “E o Senhor Deus Será visto sobre eles, e seu dardo sairá como o relâmpago: e o senhor Deus tocará a trombeta, e vai no turbilhão do sul?” E esse texto mesmo nos diz que “Javan” que está na Ásia Menor.
Erdogan é o Anticristo? Nós não sabemos. Devemos esperar e ver.
Fonte: Shoebat.com



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Testes de mísseis elevam tensão entre Irã e Arábia Saudita

Uma série de testes com mísseis no Iêmen estão elevando a tensão entre os governos da Arábia Saudita e do Irã, que têm posições opostas no conflito civil iemenita.
Nesta segunda-feira (6), o Ministério da Defesa do Iêmen, que é controlado pelo rebeldes xiitas houthis, informou que fez o "lançamento de um míssil balístico contra objetivos militares na região de Riad", na Arábia Saudita, mas ressaltou que esse era um "teste de caráter excepcional" e não informou se a ação atingiu seu objetivo.
Mais cedo, uma emissora árabe chegou a noticiar que a capital saudita foi "atacada", mas a informação não foi confirmada oficialmente. No entanto, rebeldes afirmaram à agência Saba, que é controlada pelos houthis, que o lançamento "foi um sucesso" e atingiu a base militar de al-Mazahmiya, que fica a mil quilômetros da capital iemenita Sanaa.
Esse é mais um dos incidentes das últimas semanas entre os houthis e o governo saudita. Na última semana, o governo acusou os iemenitas de fazer um ataque com uma "embarcação-bomba" contra um navio de sua frota.
Apesar dos ataques entre os rebeldes e o governo saudita, Riad acusa o Irã de apoiar e municiar os houthis, sendo então responsável pelos lançamentos de mísseis balísticos. Por sua vez, os rebeldes acusam a Arábia Saudita de não cumprir com um acordo de cessar-fogo e de continuar atacando civis no Iêmen.
Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), a crise no Iêmen fez, até outubro do ano passado, mais de 180 mil pessoas deixarem o país, 51 mil delas fugindo para o vizinho Omã, e 39 mil, para a Arábia Saudita. (ANSA).
Para muitos estudiosos das profecias, a Arábia Saudita, em especial a cidade de Meca ( que significa “mãe de todos os acampamentos”) é a prostituta babilônia descrita no Apocalipse por João como estando num deserto junto ao mar ( Mar vermelho) e esse conflito seria o prenuncio do cumprimento das profecias contidas nos livros de Jeremias e Zacarias:
Jeremias 51:11: “Afia as flechas, preparai os escudos; o Senhor despertou o espírito dos reis da Média (irã); porque o seu intento é contra Babilônia para a destruir”.
As flechas aqui citadas e o rolo volante de Zacarias (Zc 5:1-4 e Zc 5:11), na verdade, seriam mísseis que irão ser disparados pelo Irã em direção à Arábia Saudita. 

O profeta Zacarias informa que esse rolo volante sai da terra do Sinar (região que engloba partes do Irã e do Iraque).

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Vencendo os inimigos externos e internos

“E as aves de rapina desciam sobre os cadáveres; Abraão, porém, as enxotava. E pondo-se o sol, um profundo sono caiu sobre Abrão; e eis que medo e grande escuridão caíram sobre ele”. Gênesis 15: 11-12

Abraão estava fazendo uma aliança com Deus. Alguns animais foram partidos ao meio e dispostos sobre uma pedra como oferta de sangue e a confirmação dessa aliança era o fogo de Deus passando entre essas metades. A partir daquele momento Abraão passaria a caminhar com Deus, com destino as promessas feitas a ele e a sua descendência.

No entanto, mesmo decidido a viver e experimentar a presença e o cuidado de Deus em sua caminhada, Abraão se depara com percalços e dificuldades que são comuns àqueles que decidem viver em novidade de vida e propósitos.

Aves de rapina descem sobre o holocausto tentando raptar a oferta colocada sobre o altar. Abraão começa a lutar com todas as suas forças enxotando essas aves. Após lutar por bastante tempo e, estando extremamente cansado, ele é tomado por um profundo sono e começa lutar consigo mesmo.

Em momentos de decisão, é certo que enfrentaremos a escuridão, a solidão, o medo; travaremos intensas batalhas contra dificuldades e inimigos externos, mas também lutaremos contra o nosso “eu”, contra a nossa natureza limitada e finita.

Não se permita ser roubado! Não, não se entregue! Lute! Seja forte! A recompensa é reservada somente àqueles que fazem da perseverança e fé em Deus a sua bandeira.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

sábado, 28 de janeiro de 2017

As inscrições de Siloé" - Turquia não devolverá prova da ligação dos judeus com Jerusalém

Apesar da retomada das relações diplomáticas no final do ano passado, a Turquia não devolverá a Israel a tabuleta conhecida como “As Inscrições de Siloé”.

O registro, de 2.700 anos de idade, feito em pedra, traz escritos feitos no túnel do rei Ezequias, que supria de água a fonte de Gion, no tanque de Siloé, no leste de Jerusalém.

O texto é considerado um dos mais antigos escritos sobre Jerusalém fora da Bíblia. A mensagem, grafada em um alfabeto paleo-hebraico, tem grande importância arqueológica, pois confirma a inequívoca ligação dos judeus com sua capital.

Ela descreve a construção mencionada no Antigo Testamento (2 Rs 20 e 2 Cr 30). A tradução da mensagem seria: “E esta foi a maneira em que foi perfurado: Enquanto [. . .] ainda havia [. . .] machados, cada homem em direção ao seu companheiro, e quando ainda faltavam três côvados para serem perfurados, [ouviu-se] a voz dum homem chamando seu companheiro, pois havia uma sobreposição na rocha à direita [e à esquerda]. Quando o túnel foi aberto, os cavadores cortaram (a rocha), cada homem em direção ao seu companheiro, machado contra machado; e a água fluiu da fonte em direção ao reservatório por 1.200 côvados, e a altura da rocha acima da(s) cabeça(s) dos cavadores era de 100 côvados.”

Encontrada em 1880 por arqueólogos britânicos, foi cortada da parede do túnel uma década depois. Foi entregue ao Império Otomano, que controlava Jerusalém na época, acabou indo para o Museu Arqueológico de Istambul, onde está até hoje. O local tem em seu acervo outras duas relíquias judaicas descobertas na Terra Santa.

Desde outubro de 2016, quando as Nações Unidas e a UNESCO passaram a negar os laços dos judeus com o Monte do Templo e com Jerusalém, tentado forçar sua entrega aos palestinos, o governo israelense vem usando como argumento a existência de vários registros extra bíblicos que provam o contrário.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu passou a dizer publicamente que tentaria reaver algumas dessas peças, incluindo a “Inscrição de Siloé”, que ele tentou repatriar pela primeira vez em 1998.

Em troca, ofereceu “qualquer coisa” que estivesse nos museus de Israel que pertencesse ao antigo Império Otomano. A Turquia não deu uma resposta pública na época e adotou a mesma estratégia agora. 

Com informações de Times of Israel


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Clérigo muçulmano adverte sobre mudança da embaixada dos EUA em Jerusalém

O clérigo iraquiano Moqtada al-Sadr enviou uma clara advertência aos Estados Unidos sobre o plano de transferir a embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, dizendo que o presidente Donald Trump não o faria - seria considerado uma declaração de guerra ao Islã.
Trump deve tomar sua decisão sobre a localização da embaixada em breve. E o mundo muçulmano está em polvorosa.
"Sadr, um clérigo clérigo xiita cuja milícia lutou uma vez contra as forças de ocupação dos EUA no Iraque, pediu a 'formação de uma divisão especial para libertar Jerusalém da decisão a ser implementada'.
Sadr disse que a Liga Árabe do Cairo, bem como a Organização de Cooperação Islâmica, principal órgão pan-islâmico do mundo, devem tomar uma posição decisiva sobre a questão ou se dissolverem.
"O clérigo baseado em Najaf também chamou" para o fechamento imediato da embaixada dos EUA no Iraque "se Washington continuar com sua promessa de transferência da embaixada em Israel".
Por Cheryl Chumley

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

CONFERÊNCIA DE 70 NAÇÕES ANTI-ISRAEL MEDEM FORÇAS COM DEUS

Conjeturam: “Vinde, exterminemo-los da face da terra; a fim de que não haja mais qualquer lembrança do nome de Israel!” Eles deliberam de comum acordo, é contra ti que estabelecem conchavos. Salmos 83:4-5
Oficiais de altas patentes de 70 nações do mundo se reuniram em Paris neste domingo, o dia 15 de Janeiro, numa tentativa de forçar Israel a aceitar uma solução de dois estados com a autoridade palestina. Fazendo isso, eles estarão cumprindo uma importante profecia bíblica de milhares de anos atrás.
Quando o estadista israelense Shimon Peres morreu em setembro, líderes e dignitários de 70 nações se reuniram em Jerusalém para darem suas condolências. O simbolismo não é mera coincidência; o mesmo número de representantes se reunirá em Paris, mas dessa vez para negar a conexão dos judeus com a Terra de Israel.
“Todo mundo sabe qual é o propósito dessa conferência: ela será usada como outra oportunidade para tentar impor uma determinação a Israel e evitar negociações diretas entre Israel e seus vizinhos”, disse o Rabino Avraham Arieh Trugman, diretor do Instituto Chadash Torah ao Breaking Israel News.
“O interessante é que não são só um ou dois inimigos com um objetivo específico, como os árabes ou os nazistas. São 70 nações, o que, em termos de Torá, significa todas as nações”, explicou o Rabino Trugman. (NA: número de nações divididas após Babel, cada uma “governada” por um “elohim” da assembleia dos elohim como em Salmos 82:1)
O Rabino Shimon Apisdorf, um proeminente educador judeu e escritor de best-sellers, disse ao Breaking Israel News que ler 70 nações escrito nas manchetes chamou a sua atenção.
“Não há dúvidas de que o aspecto de 70 nações se juntando é significante, e o ponto é que Israel não é uma delas”, disse o Rabino Apisdorf, citando o livro de Números.
Eis que é um povo que habitará sozinho, e não será contado entre as nações
“Somos fundamentalmente diferentes”, afirmou o Rabino Apisdorf. “E como uma luz para as nações, supostamente somos para ser separados e diferentes”.
O Rabino Trugman entendeu uma mensagem diferente no encontro de 70 países.
“Não há dúvidas de que esse é o cumprimento das profecias do fim dos dias, todas as nações virão contra Israel”, notou o rabino.
O conceito das 70 nações tem sua fonte nos 70 netos de Noé listados na Bíblia.
Estes três foram os filhos de Noé; e destes se povoou toda a terra. Gênesis 9:19
O conceito das 70 nações também aparece em referência aos 70 bois oferecidos no Templo através do Sukkot (a festa dos tabernáculos), que é ensinado no Talmud (Sukkah 55b) como sendo pelo mérito das 70 nações.
No nascimento da recente resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU sobre declaração de posso judaica, onde a Judéia, Samaria e Jerusalém Oriental como sendo ilegais, o resultado da conferência de Paris parece certo. Uma solução de dois estados pedirá que Israel abandone os territórios conquistados na Guerra dos Seis Dias em 1967, e subsequentemente crie um Estado Palestino. Isso incluiria o estabelecimento de uma capital Palestina na Jerusalém Oriental, dessa forma removendo o Kotel (Muro Ocidental) e o Monte do Templo do controle judeu.
Não está claro se os 800.000 judeus que moram nos limites de Armistício de 1949, que compõem aproximadamente 13% da população judaica de Israel, terão que se realocar, como foi feito quando o governo de Israel desmantelou as comunidades de Gush Katif na Faixa de Gaza em 2005.
Mesmo se as 70 nações da conferência decidirem a favor da solução de dois estados, não está claro como este plano será implementado de forma prática. No dia 20 de janeiro, cinco dias depois da conferência ter acontecido, Donald Trump se sentará no Salão Oval da Casa Branca, e ele há emitiu sua opinião bem clara de que, como o Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu, ele acredita que a única solução é encarar as negociações sem pré-condições entre israelitas e palestinos.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Polícia de Israel prepara esquema de segurança para a vinda do Messias

Embora Jesus Cristo já tenha se revelado ao mundo, os judeus continuam se organizando para a vinda do Messias. Além dos rabinos e estudiosos da lei judaica, o departamento da Polícia de Israel informou que está se preparando para a sua chegada.
"Quando o Messias vier, todo mundo vai querer se aproximar dele, então ele ficará muito lotado", disse o comissário da polícia israelense, Roni Alsheikh, conforme o site Breaking Israel News. "Esse será um momento em que teremos que ser muito fortes e respeitar nossos companheiros."

O comissário afirmou que a polícia quer decretar medidas preventivas de segurança para o futuro acontecimento. "Em breve, se Deus quiser, precisamos começar a preparar a operação de segurança necessária após a chegada do Messias".

Os principais rabinos de Israel também têm orientado os judeus a se prepararem para a chegada iminente de seu Messias. Para os cristãos, no entanto, a vinda do Messias representa a segunda vinda de Jesus Cristo.

Jan Markell, fundadora do Ministério Árvore de Oliveira, acredita que as pessoas que não vivenciam a verdadeira fé estão mais interessadas no fim dos tempos do que os cristãos. "Os judeus estão mais entusiasmados com o retorno do Messias do que os cristãos. Os muçulmanos estão mais interessados no retorno de seu Mahdi do que os cristãos na volta de Jesus", disse ela ao site WND. “A Igreja tem seus seminários de finanças e conferências de casamento, mas deixam de lado a ideia do retorno do Senhor”.

Markell observou que alguns sinais mostram a forma como os líderes judeus estão se preparando para a chegada do Messias, como as reuniões do Sinédrio para desenvolver os planos de construção do Terceiro Templo, as novilhas vermelhas necessárias para seus rituais e a construção de um altar para os sacrifícios.

A estudiosa alerta os seguidores de Cristo em relação ao “palestinismo cristão”, que deixa de lado o apoio à Israel para a defesa das causas palestinas. "Se a igreja estivesse funcionando corretamente, essa confusão nunca teria acontecido, mas a igreja rasgou os mapas de Israel quando decidiu ser politicamente correta, em vez de ser biblicamente correta", disse Markell.

COM INFORMAÇÕES DE WND