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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Evangélicos apoiam vítimas de incêndio em Portugal: "Choramos com os que choram"

Pelo menos 62 pessoas morreram em Portugal depois de "um incêndio quase incontrolável", que começou no último sábado (17). Dezenas de casas foram destruídas em Pedrogão Grande, uma região montanhosa no centro do país.
Esta é a "pior tragédia humana desse tipo em Portugal", disse o primeiro-ministro Antonio Costa. O país decretou três dias de luto nacional. Dezenas de pessoas ficaram feridas, enquanto fugiam do "cenário de destruição", de acordo com testemunhas. Muitos dos sobreviventes foram encontrados em "um estado de choque", depois de perder familiares e amigos.

Muitos morreram enquanto tentavam escapar das chamas. 30 corpos foram encontrados dentro de carros e outros 17 corpos ao lado de veículos. Cerca de 1.600 bombeiros trabalham para controlar as chamas, que têm avançado para a região da cidade de Góis, onde a situação é considerada preocupante.

Sobreviventes: "Havia um estranho silêncio"
Uma mulher que conseguiu fugir com segurança, disse à emissora de TV portuguesa 'RTP': "Todos os carros estavam queimando de repente, incluindo o nosso. Meu marido e eu já sabíamos que estávamos nas mãos de Deus. De alguma forma conseguimos abrir a porta [de casa] e atravessar os pinheiros caídos".

Outro sobrevivente disse à BBC: "Depois que o fogo passou, pensamos que ainda estaria tudo claro, mas já estava escuro. Havia uma estranha camada de fumaça sobre os olhos de todos. Você poderia ouvir as câmaras de gás explodindo, ver os flashes azuis desaparecendo. Havia também um estranho silêncio. (...) Eu não tenho vergonha de dizer: 'estava orando, todos nós estávamos orando. Eu não sou religioso, mas naquele momento, não havia mais nada a fazer".

Evangélicos: "Orem! A dor inundou o país"
A Aliança Evangélica Portuguesa tem se mobilizado para ajudar os feridos, desabrigados e pessoas que perderam entes queridos no incêndio.

"A tragédia de Pedrogão Grande está agitando o país. Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos, Ansião e Lousã são outros lugares onde a dor e sofrimento estão inundando nesta hora de tristeza ", analisou a Aliança Evangélica Portuguesa (AEP) no domingo.

"Nós choramos com aqueles que choram. Oramos pelas famílias que perderam membros, oramos pelos feridos e pelas famílias que estão com seus parentes no hospital. Oramos pelos grupos de resgate, bombeiros e agentes de proteção civil, bem como por todos os voluntários que agora estão colaborando com todas as suas forças ", disse a organização evangélica.

A AEP pediu a todos os cristãos do país que orem e "se disponibilizem para ajudar no que for necessário". A organização também informou que vários voluntários já se prontificaram e estão "a caminho para apoiar o trabalho das igrejas evangélicas locais", que recebem desabrigados.
As comunidades evangélicas em todo o país "realizaram momentos especiais, manifestando sua solidariedade e apoio de diferentes maneiras".

As igrejas têm coletado doações para enviar às regiões afetadas. Além disso, a Aliança Evangélica Portuguesa disse que está coletando "doações em dinheiro que serão entregues no início de julho para atender às necessidades das igrejas e comunidades na região de Pedrogão Grande".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO EVANGELICAL FOCUS


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Como odre na fumaça

“Pois estou como odre na fumaça; contudo não me esqueço dos teus estatutos” Sl 119:83.

Odres são vasilhas feitas de couro de animal, geralmente pele de cabra ou ovelha e são muito utilizados pelos orientais para armazenarem água, vinho, leite e azeite. Quando se tornam velhos e perdem sua elasticidade, os odres são pendurados nos telhados ou paredes das humildes casas desses camponeses e, quando o fogo é acesso nessas casas, por falta de chaminés, o ambiente se enche de fumaça, que envolve os odres, tornando-os escuros, encolhidos e ressecados. Depois de secos, só servem para a confecção de sandálias, cintos, e bolsas, não mais sendo possível a sua utilização para o armazenamento de alimentos.

Aqui Davi sentia seu corpo encolhido e ressecado pela fumaça dos longos anos de vida, o cansaço natural da idade, as sequelas das batalhas, os traumas e lembranças amargas experimentadas ao longo de sua vida. Sentia-se inútil, incapaz de externar alegria, consolo, conforto, ou qualquer sentimento virtuoso a alguém – comparava-se a um odre encolhido e ressecado.

Relutante em se entregar a esse sentimento declarou que ainda trazia em suas lembranças as palavras, promessas e estatutos de Deus; que ainda se deleitava e encontrava refrigério nesses decretos. Em outras palavras, ele reafirmava que a despeito do momento que vivia, era portador da confiança, da esperança e da vida que flui dos decretos divinos.

Odres possuem utilidade única – armazenar líquidos. Da mesma forma somos nós, criados por Deus com o proposito de carregar o leite (alimento), o vinho (alegria), o óleo (cura) e a agua (Palavra de vida).

Que a fumaça dos problemas, decepções e até frustrações que experimentamos ao longo da estrada não tire de nós a fé, o amor e esperança naquele que nos fez para espalharmos vida abundante a todo aquele que nos rodeia.


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Quem é você? Um corvo ou um pombo?


“Ao cabo de quarenta dias, abriu Noé a janela que havia feito na arca; soltou um CORVO que, saindo, ia e voltava até que as águas se secaram de sobre a terra. Depois soltou uma POMBA, para ver se as águas tinham minguado de sobre a face da terra; mas a pomba não achou onde pousar a planta do pé, e voltou a ele para a arca; porque as águas ainda estavam sobre a face de toda a terra; e Noé, estendendo a mão, tomou-a e a recolheu consigo na arca. Esperou ainda outros sete dias, e tornou a soltar a pomba fora da arca. A tardinha a pomba voltou para ele, e eis no seu bico uma folha verde de oliveira; assim soube Noé que as águas tinham minguado de sobre a terra. Então esperou ainda outros sete dias, e soltou a pomba; e esta não tornou mais a ele”.  Gênesis 8:6-12  

Após o advento do dilúvio, Noé e todos aqueles que se encontravam no interior da arca nutriam expectativas quanto ao futuro. Qual seria o cenário que encontrariam do lado de fora da embarcação – devastação, caos, desordem, algum sinal de vida, de esperança ou futuro?

Do interior da arca Noé lança mão dos recursos que dispõe para investigar a situação que os cerca e assim definir as próximas ações em busca de um novo começo. Em seus domínios dispõem de um CORVO e de um POMBO, ambos, aves usados desde os primórdios como aves mensageiras em muitas situações e circunstâncias. No entanto, as semelhanças entre essas aves terminam aí.

CORVOS são aves de rapina, geralmente agressivos, que se alimentam principalmente do que é morto, do que é podre, de carniça e todo tipo de lixo. São tidos como símbolo de desgraça, mau presságio e morte.

Os POMBOS são essencialmente herbívoros, geralmente dóceis e de boa convivência com o homem e simbolizam paz, fartura e esperança.

Não foi equivocada a escolha de Noé em enviar primeiro um CORVO e só depois uma pomba para avaliar o estado da Terra pós-dilúvio. Ele esperava um cenário de destruição, onde muitos cadáveres estariam boiando nas águas e só depois algum indício de terra seca onde a Arca pudesse pousar.

Da mesma forma, nós podemos agir como corvos ou pombos. Indubitavelmente transmitimos adiante aquilo que nos alimenta. Se for a reclamação, a murmuração, o ódio, a mágoa e o ressentimento, exalaremos o hálito fétido da ingratidão, da violência, da revolta e desamor. Nosso “modo operandis” será sempre a fofoca, a contenda, a inconveniência deliberada nas nossas relações e a sensação de completo abandono e rejeição.

Se apreciarmos o que é puro, honesto, belo e de valor, seremos agentes da beleza, da paz, do amor, da esperança e da cura. O nosso proceder trará consolo, conforto, quietude na alma e abrirá caminhos de fé, coragem e virtudes.

Quem é você? Um corvo ou um pombo? Você se alimenta do que? Você transmite o que?


sexta-feira, 2 de junho de 2017

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Passando pelo Vale das lágrimas

“Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração estão os caminhos aplanados. Que, passando pelo vale de Baca, faz dele uma fonte; a chuva também enche os tanques. Vão indo de força em força; cada um deles em Sião aparece perante Deus”. 
                          Salmos 84:5-7

O Vale de Baca citado nesse texto era passagem obrigatória a todo peregrino que periodicamente subia ao Templo em Jerusalém para adorar e sacrificar a Deus. Todos aqueles que desejavam chegar a Sião, invariavelmente, teriam que atravessar o árido e pedregoso vale.

Baca era conhecido por “Vale das lágrimas”, não por sua aridez ou infortúnio, mas pelos bálsamos ali existentes que “choravam”, ou seja, destilavam um líquido com aroma muito agradável que tinha propriedades medicinais e era um calmante natural.

Por ser de grande extensão, muitas vezes, os peregrinos cavavam poços para obtenção de água, caso contrário nem eles nem os animais suportariam atravessar esse deserto. Às vezes, muitos dos que atravessavam esse vale não tinham tanto trabalho assim - encontravam os poços cavados e cheios pelas águas da chuva.

Muitas vezes passamos por esse vale; alguns com mais frequência do que outros. Alguns necessitam empreender muito esforço para cavar poços e sobreviver, outros desfrutarão em Baca do esforço que outros fizeram - encontram poços já cavados e cheios pela água da chuva.

Nesse vale também há poços cavados e vazios que se enchem de lágrimas. Nessas lágrimas há perfume e calmaria que nos revigora, traz cura, nos forja a exercer a paciência e perseverança. Nos faz mais fortes e sábios, capacitados em meio a escassez dessa estação a encontrar sustento e refrigério.

Afinal, quem deseja chegar a Sião sabe que o “vale das lágrimas”, num futuro bem próximo, se tornará apenas lembranças de um caminho longo e recompensador.

Deus vos aguarda em Sião!!!


quarta-feira, 24 de maio de 2017

segunda-feira, 22 de maio de 2017

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Comemoração do Jubileu de Jerusalém

“E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem”. 
                   Lucas 21:24

Há 50 anos Jerusalém deixou de ser "pisada pelos gentios".

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Como vivem os cristãos na Índia

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9
Há anos que a violência vem aumentando consideravelmente no país; a intenção dos extremistas religiosos é que a nação seja hinduinizada

Índia está em 15º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição, classificando-se como um dos países onde é mais perigoso seguir a Cristo. A violência contra os cristãos aumentou consideravelmente e a igreja tem sido alvo, principalmente, de extremistas hindus. O hinduísmo é defendido pelo governo, por isso as atividades nas igrejas são constantemente vigiadas. Há inclusive leis que proíbem os indianos de se converterem ao cristianismo
Entre os incidentes mais comuns estão: ataques às casas dos fiéis, líderes cristãos perseguidos, ameaçados, violentados e até mortos. Esses crimes estão acontecendo com mais frequência, nos últimos anos, por causa da impunidade judicial. Só no período das comemorações de Páscoa, cinco igrejas, em cinco estados diferentes, foram alvo de extremistas. Muitos cultos foram interrompidos, cristãos e líderes levados à delegacia, houve ameaças e até agressão física. Mas apesar de tantos obstáculos, a igreja continua crescendo.
Quase todos os cristãos indianos são perseguidos, mas os ex-hindus são mais pressionados por que tanto a família quanto a comunidade tentam forçá-los a retornar à antiga religião. Um processo de hinduinização está sendo plantado no país, por isso as minorias religiosas ficam ainda mais vulneráveis. A intenção dos extremistas religiosos é que a nação seja completamente hindu e eles investem muito nisso. O número de incidentes aumenta a cada ano, o que parece ser apenas a ponta do iceberg, já que a maioria dos casos não é oficialmente registrado. Essa tendência é perigosa para a igreja no país, que necessita muito de orações.


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Trump se oferece para facilitar paz entre Israel e Palestina

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se ofereceu nesta quarta-feira para ser um “facilitador” para um acordo de paz entre israelenses e palestinos que, a seu julgamento, não pode ser “imposto” por seu país e deve ser negociado diretamente entre as partes.
Em uma declaração conjunta na Casa Branca com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, Trump se disse “comprometido” a trabalhar com os dois lados para tentar selar esse acordo de paz.
“Farei tudo o que for necessário para facilitar um acordo, para intermediar ou arbitrar qualquer coisa que eles queiram fazer. E vamos conseguir”, declarou Trump.
Segundo o presidente americano, ao longo de sua vida “sempre” escutou que “talvez o acordo mais difícil” de ser alcançado é um de paz entre israelenses e palestinos.
“Vamos ver se podemos mostrar que estão equivocados”, disse Trump olhando para diretamente para Abbas, que acenou com a cabeça mostrando concordar.
Trump evitou entrar hoje em detalhes sobre quais são as condições que ele considera que devem haver para tornar possível a paz.
Em fevereiro, ele recebeu na Casa Branca o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, e então se desvinculou da política de seus três antecessores ao pôr em dúvida que a paz deva incluir a criação de um Estado palestino, mediante a chamada “solução de dois Estados”.
Hoje, Trump comentou que não haverá “uma paz duradoura a menos que os líderes palestinos falem com uma só voz contra a incitação à violência e ao ódio”. Além disso, destacou que a paz significa também “derrotar” o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) e outros jihadistas.
Fonte: EFE


sábado, 29 de abril de 2017

O livro “A cabana” é um livro cristão? O Deus que é descrito nele é o mesmo Deus da Bíblia?

O livro A Cabana, de William P. Young, obteve alguns feitos inéditos. Ele já ultrapassa os 10 milhões de cópias vendidas, já foi traduzido para mais de 30 línguas e inspirou a produção cinematográfica de Hollywood. Até o momento a obra é considerada um dos maiores best-sellers de todos os tempos, o que trouxe enorme popularidade para o seu autor.
A história do livro pode ser classificada como teodiceia narrativa, ou seja, uma tentativa de explicar o conflito entre a presença do mal no universo e o caráter bondoso de Deus. Em termos gerais o enredo diz respeito a um pai dedicado, Mack, que durante um acampamento da família teve uma de suas filhas sequestrada e brutalmente assassinada. O crime aconteceu em uma Cabana próxima ao acampamento. Anos depois, Mack recebe um convite pelo correio para que ele retorne à Cabana onde sua filha havia sido morta. O convite é assinado por “Papa”, que era o nome que sua esposa usava para se referir a Deus.
Ao chegar à Cabana, Mack encontra as Pessoas da Santa Trindade. Deus Pai é chamado “Papa” e aparece na forma de uma senhora negra muito bondosa. Deus Filho é Jesus, um carpinteiro judeu muito simpático e o Espírito Santo é representado por uma senhora asiática chamada Sarayu. A história se desenrola por meio de vários diálogos entre Mack e as Pessoas da Trindade que se revelam determinadas a afirmar a bondade e a condição completamente redimida da humanidade.Diferente do que possa parecer, a história da Cabana não é apenas uma ficção nem um drama literário. Na verdade, trata-se de uma obra teológica que apresenta uma caricatura distorcida do próprio Deus. A perspectiva doutrinária do seu autor é revelada especialmente através dos diálogos entre Mack e as Pessoas da Trindade. O problema é que essa perspectiva é totalmente estranha aos ensinamentos bíblicos e isso pode ser visto por meio desses tópicos a serem analisados.
1. Conflito entre o Amor e a Justiça de Deus – De acordo com o autor dessa obra, amor e justiça são antagônicos e que não podem ser reconciliados. Na Cabana, Mack aprende que Deus nunca julga as pessoas por seus pecados porque ele é limitado pelo seu amor. No entanto, a Bíblia declara que Deus é amor e ao mesmo tempo justiça. Se negarmos a justiça de Deus jamais compreenderemos a razão pela qual Ele enviou o seu Filho para morrer na cruz para redimir pecadores.
2. Doutrina da Salvação Universal – Mack aprende na Cabana que Deus perdoa toda a humanidade, independente do arrependimento e da fé que eles deveriam ter em Jesus. Essa é a crença de que “todo caminho leva a Deus” e que Jesus é o mesmo para todos, quer eles o conheçam como Buda ou Alá. Nessa obra Young defende que não há necessidade de nenhuma fé ou reconciliação com Deus, pois todas as pessoas serão salvas.
Todavia, o próprio Jesus, na Bíblia, afirma que ele é o “caminho, a verdade e a vida” e que ninguém vai ao Pai senão por Ele (cf. Jo 14.6). Outro texto que contraria o ensino de Young é Atos 4.12, que afirma não haver salvação em nenhum outro senão em Jesus, pois nenhum outro nome foi dado entre os homens para a salvação. Assim, a ideia de Young se revela contrária às Escrituras.
3. Deus submisso ao ser humano? – No livro, Papa afirma a Mack que até a Trindade é submissa a ele, aos seus desejos e escolhas. Com isso há uma enorme confusão sobre “quem é submisso a quem”?
Qualquer um sabe que submissão, por definição, diz respeito a autoridade. Deus criou o ser humano e o homem não pode ditar normas a Deus. A perspectiva de que Deus é submisso ao ser humano é condenada nas Escrituras como perversidade. Em Isaías 29.16 o Senhor diz: “Que perversidade a vossa! Como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Ele não me fez; e a coisa feita dissesse do seu oleiro: Ele nada sabe”.
4. A Bíblia limita Deus? – Em uma passagem da Cabana seu autor afirma que a Bíblia é uma artimanha humana de reduzir a voz de Deus ao papel. Ali é defendido que “ninguém quer um Deus preso em uma caixa, muito menos em um livro” (p. 66). Dessa forma, a história defende que se quisermos conhecer a Deus deveríamos buscar além da Bíblia. Contudo, o próprio Jesus confiou e usou a Bíblia como revelação de Deus sobre si mesmo. Textos como Lucas 24.44-47 e João 5.39 evidenciam como o Salvador valorizou as Escrituras e como seus seguidores são dependentes dela na vida diária. Além do mais, o apóstolo Paulo afirmou que a Bíblia não é meramente um livro humano, mas ela é a própria Palavra inspirada de Deus (cf. 1Tm 3.14-17).
5. Uma caricatura de Deus – Na Cabana, Young procura de uma maneira criativa, responder satisfatoriamente ao problema do mal. O problema, porém, é que sua proposta consiste no fato de resolver o problema do mal mudando o caráter de Deus. Deus já deu sua resposta ao problema do mal. Deus responde ao problema do mal com o Evangelho, com a cruz com a ressurreição e ascensão de Jesus. Deus designou que o mundo seja julgado por meio de um varão que ele ressuscitou e que retornará (Atos 17.31).
Como obra literária ou cinematográfica, a Cabana pode até empolgar. O problema é que seu conteúdo é extremamente teológico e contrário às Escrituras. Isso pode resultar em confusão para alguns e má orientação para outros.
Além dessas heresias já citadas, essa obra apresenta outras tantas como a apresentação de um Deus Pai que é crucificado junto com o Filho, afirmar que não há hierarquia na Trindade Divina e sim um círculo de unidade, sugerir que estruturas hierárquicas, sejam na igreja ou no governo são ruins, apregoar a não existe de inferno e sofrimento eterno entre outras.

Por essa razão, as palavras de Jesus se fazem altamente relevantes: “Examinai as Escrituras. . .”

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Londres: 423 novas mesquitas e 500 igrejas fechadas

“Londres está mais islâmica do que muitos países muçulmanos”, afirmou Maulana Syed Raza Rizvi, um dos pregadores islâmicos que lideram o “Londrestão”, como a jornalista Melanie Phillips chama a capital Inglesa.
Wole Soyinka, Prêmio Nobel de Literatura, chamou recentemente o Reino Unido de “um caldeirão de islâmicos”. Por sua vez o prefeito de Londres, Sadiq Khan, que é muçulmano, tentou minimizar o recente ataque terrorista na cidade. “Os terroristas não suportam o multiculturalismo de Londres”, afirmou.

Parece, na verdade, que o oposto é verdadeiro: o multiculturalismo é o que está alimentando o fundamentalismo islâmico. Um exemplo disso são as 423 novas mesquitas da cidade, que parecem ter sido construídas sobre as ruínas do cristianismo inglês.
O prédio da Igreja Unida de Hyatt foi comprado pela comunidade egípcia para ser transformado em uma mesquita. A Igreja de São Pedro foi convertida na Mesquita de Madina.
A mesquita de Brick Lane está num prédio que antes abrigava uma igreja metodista. O mais importante é que não são apenas os edifícios que sendo “convertidos”, as pessoas também. O número de adeptos do Islã dobrou nos últimos anos. Também cresce os adeptos do Islã radical, como Khalid Masood, o terrorista que matou pessoas na ponte de Westminster vinha de uma família cristã.
Uma foto recentemente publicada pelo Daily Mail ilustra bem o que se passa no coração de Londres. Ela mostrava uma igreja na mesma rua de uma mesquita. Na Igreja de Santa Maria, com espaço para acomodar mais de mil fiéis, apenas 20 pessoas se reuniram na missa. A poucos metros dali, a mesquita de Brune Street estava superlotada. Ela tem espaço para apenas 100 pessoas. Às sextas-feiras, os seus frequentadores fazem as rezas no meio de rua.
Ao que parece, o cristianismo na Inglaterra está se tornando uma relíquia, enquanto o Islã será a religião do futuro.

Em Birmingham, a segunda maior cidade britânica, onde muitos jihadistas vivem e orquestram seus ataques, os minaretes islâmicos dominam a linha do horizonte. A comunidade islâmica pediu à prefeitura permissão para que as mesquitas britânicas chamem os fiéis à oração pelos alto-falantes das mesquitas várias vezes por dia.
Embora cerca de metade dos muçulmanos britânicos tenham menos de 25 anos, um quarto dos cristãos tem mais de 65 anos. “Em mais 20 anos haverá mais locais muçulmanos ativos do que igrejas”, avalia o líder ateísta Keith Porteous Wood.

Em 2020, estima-se que o número de muçulmanos praticantes será de, pelo menos 683.000, enquanto o número de cristãos que participam da igreja cairá para 679.000. “A nova paisagem cultural das cidades inglesas chegou. A paisagem homogeneizada e cristã da religião do Estado está em recuo”, avalia Ceri Peach, da Universidade de Oxford.
Desde 2001, 500 igrejas de Londres de todas as denominações foram vendidas e transformadas em casas particulares ou locais de entretenimento. Durante o mesmo período, as mesquitas britânicas se proliferaram.
Entre 2012 e 2014, a proporção de britânicos que se identificam como anglicanos caiu de 21% para 17%, um decréscimo de 1,7 milhões de pessoas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo respeitado Instituto de Pesquisa Social NatCen, o número de muçulmanos cresceu em quase um milhão.
O número de cristãos praticantes está em declínio a uma taxa tal que dentro de uma geração, serão três vezes menor que os muçulmanos que vão regularmente à mesquita na sexta-feira.
Demograficamente, a Grã-Bretanha vem ficando cada vez mais islâmica. As cidades mais importantes têm grandes populações muçulmanas: Manchester (15,8%), Birmingham (21,8%) e Bradford (24,7%).

Em Birmingham, a polícia desmantelou uma célula terrorista. Em Bradford e Leicester, metade das crianças já são muçulmanas. Em 2015, o nome mais comum na Inglaterra era Mohammed, incluindo variações de ortografia como Muhammad e Mohammad.

Os muçulmanos não precisam se tornar a maioria no Reino Unido; só precisam gradualmente islamizar as cidades mais importantes. Essa mudança já está ocorrendo. “Londrestão” não é um pesadelo de maioria muçulmana, é um híbrido cultural, demográfico e religioso em que o cristianismo declina e o Islã avança.

Tribunais de sharia
A imprensa é parcialmente responsável por isso. Por exemplo, depois do ataque à revista satírica francesa Charlie Hebdo, o chefe do serviço secreto, Sir John Sawers, recomendou a autocensura e “alguma restrição” ao se discutir o Islã. Em muitos casos de atentados, os meios de comunicação evitam a palavra terrorismo e eliminam os aspectos religiosos que geralmente são a motivação dos ataques.
De acordo com um levantamento da revista The Spectator, apenas duas das 1.700 mesquitas na Grã-Bretanha hoje ensinam uma interpretação moderada do Islã, em comparação com 56% nos Estados Unidos. Os wahabitas controlam 6% das mesquitas no Reino Unido, enquanto o ramo fundamentalista Deobandi controla 45%.
De acordo com uma pesquisa do Centro de Conhecimento da Inglaterra, um terço dos muçulmanos que vivem lá não se sente “parte da cultura britânica”.
Como outras capitais na Europa, Londres também está cheia de tribunais da sharia. Há oficialmente 100. O advento deste sistema judicial paralelo foi possível graças à Lei de Arbitragem Britânica e ao sistema de Resolução Alternativa de Disputas.
O primeiro passo para a introdução da sharia foi justamente o discurso de “neutralidade”. Um dos principais juízes britânicos, Sir James Munby, disse que o cristianismo já não influencia os tribunais e que estes devem ser “multiculturais”, o que abriu espaço para a lei religiosa islâmica – que pede a morte dos infiéis – ser vista com naturalidade.
Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury, e o ministro da Justiça Lord Phillips também sugeriram que a lei britânica deveria “incorporar” elementos da lei da sharia. A cultura britânica está capitulando rapidamente aos fundamentalistas islâmicos, para aceitar suas demandas.
Nas universidades britânicas também pode ser visto o avanço da lei islâmica. As diretrizes oficiais das universidades do Reino Unido agora preveem que “grupos religiosos ortodoxos” podem separar homens e mulheres durante os eventos.
Na Universidade Queen Mary de Londres, as mulheres usam uma entrada separada e são forçadas a sentar-se numa sala sem poder fazer perguntas ou levantar as mãos, como é a norma nos países islâmicos, onde as mulheres têm direitos limitados.
Com informações Gatestone Institute

quinta-feira, 30 de março de 2017

Perseguição aos cristãos congoleses

Recentemente, Nicaise Kibel'Bel Oka, um jornalista congolês e editor da revista “Les Coulisses”, na República Democrática do Congo, publicou um livro em francês intitulado por “O advento da jihad na República Democrática do Congo – o terrorismo islâmico desconhecido do ADF (Allied Democratic Forces – Forças Democráticas Aliadas)”. A ADF é um grupo rebelde de oposição ao governo, atuante tanto no Congo quanto na Uganda. Ele tem sido responsável por milhares de mortes de cristãos com um único objetivo: fazer uma “limpeza étnica” nessas nações. Desde 1990, os militantes atuam na região fronteiriça do norte do Congo.
De acordo com o autor, a organização tem agido com impunidade e a mídia não tem relatado suas ações. “Meu livro chama a atenção para esse fenômeno, que tem sido uma ameaça para o nosso país e também para as regiões próximas. Em três anos, ataques atribuídos ao ADF já mataram mais de 800 pessoas. Alguns podem até negar a existência de uma insurgência islâmica já que esses rebeldes nunca reivindicam seus atos bárbaros, mas a mensagem violenta deles é dirigida à mídia internacional”, comenta Oka. Segundo ele, o grupo age silenciosamente e assim consegue estabelecer sua presença nessas nações sem alarmar os cidadãos.
“A comunidade islâmica do Congo está ciente desse aumento do islamismo radical. Alguns imãs proeminentes admitem isso, mas são impotentes, por medo de represálias e porque fazem parte da Ummah (termo árabe que define a Comunidade Muçulmana Mundial)”, explicou. Oka acredita que “ADF” é um nome que não descreve seus membros. “Se fossem verdadeiros democratas, como diz o título, não cometeriam atos contrários aos valores da democracia. Seu nome original era MDI (Muslim Defense International – Defesa Muçulmana Internacional) e veio de uma seita paquistanesa estabelecida na Tanzânia, em 1940. Depois disso, recrutaram militantes de várias nações, entre elas, Burundi, Quênia, Sudão e Somália”, conta o jornalista.
O fato é que os cristãos estão morrendo em meio à insurgência islâmica não declarada e pouco divulgada. Em 2016, o Congo ocupava a 52ª posição entre os países que mais perseguem cristãos no mundo, faltando poucas posições para integrar à Lista Mundial da Perseguição. A violência contra os seguidores de Cristo continua crescendo a cada dia entre os congoleses. Igrejas são frequentemente invadidas, milhares de cristãos tiveram que deixar suas casas e vivem deslocados, há relatos de que vários já foram torturados e agredidos até a morte por causa da fé. Ore pela igreja na República Democrática do Congo.


sábado, 18 de março de 2017

Atriz pornô larga carreira de 100 mil reais por mês e vira pastora evangélica

Uma jovem identificada como Crystal Bassette de Clay, de 33 anos, da cidade de Nova York, que passou cerca de 10 anos na indústria da pornografia, abandonou sua carreira de estrela e estilo de vida pródigo para se tornar pastora de uma pequena igreja da cidade onde mora.

Conhecida na indústria pornográfica como Nadia Hilton, a atriz mudou radicalmente sua vida. Há pouco mais de três anos, ela deixou a fama e dinheiro para virar uma pastora.
Em entrevista à Barcroft TV, Crystal relatou o passado de traumas: “Na minha primeira gravação, após a cena, eu sentei no chuveiro e chorei por duas horas”. Crystal teve contato com o mundo pornô depois de se tornar mãe solteira ainda jovem, atuando em mais de cem produções.
Crystal decidiu entrar no mundo da pornografia, depois de se encontrar com um agente de filmes adultos que lhe disse que ela tinha o potencial de ganhar aproximadamente cerca de R$ 93 mil reais por mês na indústria pornográfica.
Crystal começou a beber para conseguir fazer as cenas. Após vários acontecimentos em sua vida, incluindo um grave acidente de carro, fez ela perceber que ela queria começar uma nova vida e se voltou para a Bíblia onde pediu ajuda em oração.
Ela começou a dedicar sua vida a Deus e, no processo, ela conheceu seu agora marido David, um pastor evangélico, com quem ela está casada desde 2014 e então teve outro filho.
O casal fundou a igreja evangélica “Novos Recomeços na Vida Cristã”, em Fulton, em Nova Iorque, onde atuam como pastores e esperam usar a sua história para inspirar outras pessoas. "Meu passado me fez quem sou hoje, e Deus mudou minha vida completamente", disse Crystal. 


quarta-feira, 1 de março de 2017

"Achei Davi..."

“Achei a Davi...., homem segundo o meu coração...”  Atos 13:22

Ao ouvirmos essa declaração, num primeiro momento, ela parece ser totalmente incoerente. 

Considerando os atributos de santidade e justiça divina em relação à condição de Davi, um homem cheio de defeitos, um assassino, adúltero, mau administrador e péssimo pai, parece um contra censo admitir que Deus procurasse por esse homem.

No entanto ao analisarmos essa declaração com mais profundidade, observamos que ela se constitui numa grande expressão de graça e amor divino. Expressão essa que aproxima partes irreconciliáveis, concilia naturezas distintas, alcança o homem em sua miserável condição, traz justificação ao culpado, resgate ao perdido, vivifica o que está morto, levanta o caído, dá força ao fraco e esperança ao desvalido.


A despeito de nosso estado e condição, Deus ainda continua procurando corações abertos ao seu mover e agir. Quem se habilita?

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Como é ser cristão no Sudão

A perseguição não é uma simples violação da liberdade de religião para os cristãos sudaneses, nem uma sequência de incidentes isolados, mas um padrão cruel
Sudão é o 5º país na atual Lista Mundial da Perseguição, o país subiu três posições em relação ao ano passado, quando ocupava o 8º lugar. Você consegue imaginar como vivem os nossos irmãos sudaneses? A perseguição não é uma simples violação da liberdade de religião para eles, nem uma sequência de incidentes isolados, mas um padrão cruel. Existe também um sistema político que visa fazer uma limpeza étnica nessa nação, onde cristãos não são bem-vindos e geralmente são tratados com muita hostilidade.
Historicamente, o islã tem raízes profundas na sociedade sudanesa, então há uma guerra sendo travada contra a igreja. O cenário do país já é violento por si só e nem mesmo a separação do Sudão do Sul, ocorrida em 2011, conseguiu amenizar essa situação, pelo contrário, causou grande tensão nas regiões fronteiriças, onde vivem muitos cristãos. Nos últimos anos, bombardeios feriram e mataram a muitos, além de destruírem casas, plantações e templos. Há milhares de famílias deslocadas e muitas igrejas são usadas como abrigos.
Cristãos são acusados e levados ao tribunal, muitos deles são presos e obrigados a pagar multas de altos valores por desobediência à legislação sudanesa e por crimes classificados como espionagem e apostasia. Ultimamente, essa situação tem sido cada vez mais comum. Leis de moralidade também são aplicadas de forma desproporcional contra aqueles que não seguem mais o islã. A discriminação é contínua contra os cristãos no país, que preferem os cultos nos lares para não chamar a atenção do governo e nem dos perseguidores. Interceda por eles.
Juntos pela África 

Os cristãos de alguns países da África Subsaariana enfrentam uma das piores perseguições de sua história.
No dia 11 de junho, data escolhida para o Domingo da Igreja Perseguida.
2017- Juntos faremos mais pelos nossos irmãos dessa região. 


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Muçulmanos turcos adoram Erdogan como um deus

A história de um estudioso muçulmano turco que se recusa a adorar Erdogan acrescenta muita credibilidade ao que temos dito há anos. Sacit Arvasi, um teólogo turco muçulmano com sede nos EUA, cujos sermões religiosos são amplamente populares, criticou os turcos por atribuir características divinas ao presidente Recep Tayyip Erdogan.
Ele admoestou o povo turco por considerar Erdogan como deus para ser adorado. Ele disse estar muito chateado por que as massas turcas estão aceitando tal heresia.
A mídia turca começou a atacar Avarsi e os muçulmanos turcos não aceitaram gentilmente a sua admoestação. A maioria dos que atacam Arvasi pedem aos muçulmanos que o ignorem, já que quem se opõe a Erdogan é “terrorista”.
Em outras palavras, a admoestação de Arvasi para parar o culto a Erdogan, não foi considerada como blasfêmia, mas é considerada algo equivalente ao terrorismo. Portanto, “vamos ignorá-lo cavalheiros e vamos continuar cantando ‘Erdogan-u-Akbar’ ”.
Quando décadas atrás foi dito que a Turquia iria produzir um homem que seria adorado como deus, muitos ocidentais com pouco conhecimento sobre o sufismo islâmico disseram  que o Islã não diviniza o homem.
Não esqueçamos que a Bíblia é um livro focado principalmente no Oriente Médio. Ela é a melhor fonte para prever o futuro do Oriente Médio, mas ela quase nunca é usado por qualquer estudioso ocidental.
Hoje temos um homem na Turquia, exatamente como previsto ao analisar as Escrituras: Presidente Recep Tayyip Erdogan. Ninguém pode afirmar com 100% de certeza que Erdogan é o anticristo. Mas, o anticristo não pode ser alguém que o mundo já espera; o diabo certamente nublará os olhos das pessoas para ver seu filho da perdição em visão oposta de como a Bíblia descreve o homem do pecado.
É por isso que muitos insistem que o Papa ou algum político da Grécia será o anticristo. Eles estão sendo enganados.
Mas que outro ponto na terra combina com a Turquia como a terra do anticristo, especialmente que Erdogan e Turquia são “da terra de Magogue”? Qual outro homem se qualifica hoje, além de Erdogan, para ser “príncipe chefe de Meseque e Tubal” (Ezequiel 38: 3), em que os estudiosos da história concordam que é a Ásia Menor?
Todos os estudiosos das profecias também concordam que o anticristo “se assenta em Pérgamo [Ásia Menor]”, o “assento de satanás” (Apocalipse 2:12).
A Turquia também se qualifica também como “rei do norte” (Daniel 11:40). O território do Anticristo representa a terra da Grécia antiga (não apenas a Grécia moderna), onde o único versículo em toda a escritura que aponta onde Cristo marcha é em direção ao norte (Zacarias 9:14): “E o Senhor Deus Será visto sobre eles, e seu dardo sairá como o relâmpago: e o senhor Deus tocará a trombeta, e vai no turbilhão do sul?” E esse texto mesmo nos diz que “Javan” que está na Ásia Menor.
Erdogan é o Anticristo? Nós não sabemos. Devemos esperar e ver.
Fonte: Shoebat.com