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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Waiting here for you - Cristy Nockels



Se a fé pode mover montanhas

Deixe o mover montanhas
Nós viemos com expectativa
Aqui esperando por você,
eu estou aqui esperando por você
Você é o Senhor de toda a criação

E ainda assim você conhece o meu coração
O Autor da Salvação
Você nos amou desde o início
Aqui esperando por você
Com nossas mãos levantadas alto em louvor
E é você que nós adoramos
Cantar Aleluia

Você é tudo Você prometeu
Sua fidelidade é verdade
E estamos desesperados por sua presença
Tudo que precisamos é Você
Cantar Aleluia
Aleluia, aleluia cantando, aleluia

Aqui esperando por você
Com nossas mãos levantadas alto em louvor
E é você que nós adoramos
Estamos cantando Aleluia
Eu estou cantando Aleluia

Aqui esperando por você
Com nossas mãos levantadas alto em louvor
E é você que nós adoramos
Cantar Aleluia!
Cantar Aleluia!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A grande ceia

“Certo homem fez uma grande ceia, e convidou a muitos. E à hora da ceia mandou o seu cervo dizer aos convidados: Vinde que já tudo esta preparado. E todos a uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: comprei um campo, e importa ir vê-lo; rogo-te que me hajas por escusado. E outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los: rogo-te que me hajas por escusado. E outro disse: Casei e,portanto não posso ir. E, voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos. E disse o servo: Senhor, feito esta como mandaste; e ainda há lugar. E disse o senhor ao servo: sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar para que minha casa se encha. Porque eu vos digo que nenhum daqueles varões que foram convidados provará a minha ceia”.   Lucas 14:16 -24


O céu está sempre aberto para aquele que quer atingir o caráter celeste; porque o céu é uma condição e não, simplesmente, um lugar. O homem que não deseja o céu, não quer recebe-lo, nem mesmo como uma dádiva. As portas da cidade santa estão largamente abertas e, no entanto todos os homens maus, voluntariamente, permanecem de fora, precisamente como um homem corrupto prefere permanecer afastado de um bom caráter. E todos os que, voluntariamente, permanecem fora de qualquer espécie de bondade de caráter, não querem ser introduzidos nessa bondade, mesmo convidados pelo próprio Senhor.

Entre os orientais as festas tem um lugar proeminente. Era costume dos grandes homens darem festas, de acordo com sua riqueza e posição. As festas de casamento muitas vezes duravam sete dias. Na coroação de um rei, faziam-se grandes festas; porque, representativamente, se dizia que o rei era o esposo do país. Assim, por ocasião da vinda do Senhor, como Ele era o Noivo e a Igreja era a noiva, compreende-se que a vida regenerada, fosse comparada a uma festa de casamento.

A “grande ceia” mencionada na parábola, era a refeição principal do dia; não sendo feita, necessariamente, à noite. De fato, pela natureza das escusas que foram apresentadas, parece que ainda devia ser suficientemente claro, para que um dos convidados fosse ver sua terra e o outro experimentar seus bois. Era conveniente, entretanto, chamar esta festa de ceia porque se realizava na tarde.

De um modo geral, o Senhor convida a todos os homens para sua festa celeste, pelos ensinamentos de Sua Santa Palavra; e aquele que ouve a Palavra, pode sempre considerar-se convidado. Quando, porém, o homem esta com a mente em condições de tirar proveito de uma maior aproximação da verdade, então, alguma verdade particular, como um servo do Senhor, vêm a ele e lhe anuncia que a festa celeste esta pronta e lhe transmite o convite especial do Senhor. “E o Espírito e o Noivo, dizem, vem”.

Na parábola, os convidados “todos a uma; começaram a escusar-se”; não por terem feito um acordo ou conluio, mas por um propósito comum. Havia um consenso, um propósito unânime e, por isso uma unanimidade de resoluções. O egoísmo tem uma qualidade interna de caráter comum a todas as suas variedades, que fala contra a bondade com um antagonismo comum, e tem uma comum indiferença pela verdade. As verdades da Palavra podem ter sido plantadas na mente natural, mas as sarças e os espinheiros da vida sensual espalham-se sobre elas e abafam a Palavra, tornando-a infrutífera.

Literalmente, a parábola não trata de coisas ilícitas. Era lícito comprar um novo campo e ir vê-lo: comprar novos bois e experimentá-los, e casar-se. Mas no sentido literal, a ligação dada é contra o fato de permitirmos que nossa mente fique tão preocupada com as questões naturais a ponto de nos tornarmos negligentes com as nossas coisas espirituais.

Mas afinal de contas o que esconde toda esta preocupação da mente pelas coisas externas? O próprio. O próprio, na tecnologia da Nova Igreja, significa o nosso “eu” com todas as suas más afeições e as suas falsidades. É o próprio que nos afasta do Senhor e faz com que sejamos contrários ou indiferentes à festa do Senhor.

Quando todos os convidados tinham se escusado, “...voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e “bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados e mancos e cegos”.

Nas festas do Oriente, quando os convidados tinham se saciado, deixavam imediatamente a mesa; e, se ainda sobrasse comida, qualquer pessoa que passasse, ou qualquer pobre que estivesse nas proximidades atraído pela noticia da festa, podia ser convidado para sentar-se a mesa e partilhar do banquete. E isto se fazia ate que todas as provisões fossem consumidas. Coisa alguma do que tinha sido trazido para a mesa, podia ser retirado para guardar outra vez; por isso, mesmo os mendigos eram chamados para consumir o que sobrava.

Tendo como sentido representativo, os convidados para a festa, eram os judeus, que possuíam a Palavra do Senhor; e os outros que vieram quando os judeus se escusaram, eram os gentios, a quem os judeus consideravam como réprobos. Aqueles que estão nos “caminhos” e “valados” estão fora da cidade, nos arredores; e representam os que estão fora da Igreja, e sem o conhecimento da Palavra do Senhor. E na festa do Senhor haverá lugar para todos eles, se quiserem afastar-se do mal e fazer o bem.

A aceitação real do convite do Senhor se traduz pela obediência a Seus mandamentos “Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos”. Toda desobediência aos mandamentos é uma rejeição real do convite Divino para o céu.

Os convites do Senhor são sempre para o presente. “hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureças vossos corações”

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

A aliança que tenho com Deus me enriquece


Deus deseja que tenhamos prosperidade, pois através dela Ele será glorificado em nós. A ação de Deus em nossas vidas nos prospera, enriquece, traz nobreza, cura, libertação e salvação.


A Palavra de Deus é uma palavra de prosperidade em todos os sentidos, e Deus deseja e ama a prosperidade dos seus.

"Cantem e alegrem-se os que amam a minha justiça, e digam continuamente: O SENHOR seja engrandecido, o qual ama a prosperidade do seu servo." (Salmos 35:27)

Estamos vivendo o tempo do estabelecimento de governo de Deus através da igreja. O mundo verá uma nação espiritual governando a terra, e neste tempo o Senhor irá liberar habilidades, capacidades para que seu povo alcance resultados.

No livro de Deuteronômio observamos Moisés repetindo as leis e promessas para uma nova geração de israelitas que nasceram no deserto, pois seus pais não creram na promessa de prosperidade, na promessa de uma terra farta e abençoada, porque suas mentes não sofreram renovação, não acompanharam o processo de grandeza e conquistas que Deus tinha preparado para eles, foram libertos da escravidão, mas a escravidão permanecia dentro deles.

Moisés agora com esta nova geração os exorta a trazerem a memória as grandezas e o poder de Deus, pois eles estavam prestes a alcançar a promessa de viverem em prosperidade e alegria.

"Guarda-te que não te esqueças do SENHOR teu Deus, deixando de guardar os seus mandamentos, e os seus juízos, e os seus estatutos que hoje te ordeno; para não suceder que, havendo tu comido e fores farto, e havendo edificado boas casas, e habitando-as, e se tiverem aumentado os teus gados e os teus rebanhos, e se acrescentar a prata e o ouro, e se multiplicar tudo quanto tens, se eleve o teu coração e te esqueças do SENHOR teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão; que te guiou por aquele grande e terrível deserto de serpentes ardentes, e de escorpiões, e de terra seca, em que não havia água; e tirou água para ti da rocha pederneira; que no deserto te sustentou com maná, que teus pais não conheceram; para te humilhar, e para te provar, para no fim te fazer bem; e digas no teu coração: A minha força, e a fortaleza da minha mão, me adquiriu este poder. Antes te lembrarás do SENHOR teu Deus, que ele é o que te dá força para adquirires riqueza; para confirmar a sua aliança, que jurou a teus pais, como se vê neste dia."   Dt 8:11-18
Deus estava dando a este povo a força, a habilidade, a destreza para alcançarem a riqueza, confirmando a aliança que havia feito, e todas essa herança é trazida sobre nós neste tempo.
Deus é um Deus de alianças e ele se move através delas. Encontramos na Bíblia Deus estabelecendo na vida de Abrão a aliança de riquezas.

"Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR a Abrão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito. E porei a minha aliança entre mim e ti, e te multiplicarei extraordinariamente. Então caiu Abrão sobre o seu rosto, e falou Deus com ele, dizendo: Quanto a mim, eis a minha aliança contigo: serás o pai de muitas nações; e não se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome; porque por pai de muitas nações te tenho posto;  e te farei fecundo extraordinariamente, e de ti farei nações, e reis sairão de ti; e estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti. E te darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão e ser-lhes-ei o seu Deus."  Gn 17:1-8

Essas são as bênçãos contidas nesta aliança:

Benção da Multiplicação: Deus estava multiplicando tudo o que Abrão tinha.
Benção da Paternidade: Deus estava realizando o maior sonho de Abrão, ser pai e Deus muda até seu nome para Abraão que significa pai de nações.
Benção da Fecundidade: Esta aliança estabelecida estava removendo a esterilidade de Abraão em todas as áreas, Deus estava lhe dando a capacidade de gerar, aptidão para reproduzir- se.
Benção da Possessão: Os descendentes de Abrão não seriam peregrinos, mas teriam terra, teriam possessão, receberiam de Deus a capacidade para possuírem. Importante frisar que esta aliança era entre Deus, Abraão e seus descendentes.

Estabelecerei a minha aliança entre mim, ti e sua descendência... (verso 7) Essas bênçãos pertencem a nós que somos de Cristo, estamos envolvidos e entrelaçados nesta aliança de riquezas, pois quem é de Cristo é descendente de Abraão. Quando Deus falava para Abraão e de seus descendentes ele esta falando de mim e de você!

"E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa."   (Gálatas 3:29)

Todas as bênçãos desta aliança estão à nossa disposição e devem fazer parte de nossa vida. Comece declarando, profetizando e decretando sobre tudo que te cerca: A aliança que tenho com Deus me enriquece!

Deus te fará prospero, multiplicará o que você já tem, te dará a benção da paternidade, você vai gerar uma multidão de filhos espirituais. Se em tua vida existe alguma área estéril, declare a benção da fecundidade, abra seus olhos para a capacidade de tomar posse que Deus está liberando em sua vida através desta palavra.

"Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortuosos; quebrarei as portas de bronze, e despedaçarei os ferrolhos de ferro. Dar-te-ei os tesouros escondidos, e as riquezas encobertas, para que saibas que eu sou o SENHOR, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome." ( Isaías 45: 02 e 03)



quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O salvo na morte e no porvir

“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Fp 1.21).

Paulo quando escreve esse texto, não anseia pela morte, mas por uma presença mais próxima de Cristo que a morte trará. Enquanto isso, ele tem uma forte sensação de que deve permanecer entre eles para que aqueles crentes cresçam e amadureçam na fé.
Na continuidade do texto de Fp 1, Paulo utiliza uma expressão em referência à morte – o termo partir – que também é usada para tirar pequenas estacas de barracas ou âncora de um barco; com isso, Paulo nos ensina que a morte significa apenas levantar acampamento e continuar, ou içar as velas para outro porto.
Não estamos acostumados a ouvir ensinos acerca da morte, muito menos sobre como enfrentar uma situação de perca de algum ente querido; não se arrisca a falar de um tema tão triste e acabamos deixando esse assunto de lado e, o que é pior, substituindo-o por coisas triviais e terrenas como se jamais fôssemos enfrentar este momento.
Todo homem, quer salvo ou não, está sujeito à morte, contudo, o salvo encara a morte de modo diferente do não salvo, pois para nós, ela não é o fim da vida, mas um novo começo, como nos inspira Paulo, é um levantar acampamento e partir para uma vida mais plena, é ser liberto de todas as aflições deste mundo para ser revestido da vida e glória celestiais (2Co 5.1-5).

MORTE, O INÍCIO DA VIDA ETERNA

Esperança, apesar do luto. “[...] quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11.25).
O salvo não teme a morte. Assim como se expressou o salmista, dizemos: "Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum …" (Sl 23.5); temos convicção de que a morte não é o fim de tudo.
O homem não morre como a besta do campo e o salvo morre como alguém sem esperança. Pela graça ele crê que Deus lhe deu a vida eterna, e que a morte é o meio pelo qual ele passa para uma experiência mais gloriosa dessa vida: "Tragada foi a morte na vitória" (1Co 15.54).
Embora seu corpo retorne ao pó, o mesmo não permanecerá nessa corrupção. Ele será levantado dentre os mortos. O corruptível se vestirá de incorrupção, e o mortal de imortalidade. "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro" (1Ts 4.16

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

A comovente história do Pr. Francisco Zapata





"Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma".  
                                                                                                                                   Eclesiastes 9:10




sexta-feira, 9 de novembro de 2012

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A noiva e o arrebatamento



A vinda de Cristo é um assunto polêmico, atual e quase sempre, para a grande maioria das pessoas, um tema obscuro e desconhecido. Uns creem, mas não sabem como se dará, outros perderam o temor e já não acreditam em mais nada. A grande maioria, porém, permanece indiferente, fria, alheia ao Evangelho.


Nos últimos dias, disse Pedro "...virão escarnecedores com seus escárnio, andando segundo suas próprias paixões, e dizendo: onde está a promessa da sua vinda?" porque desde meninos ouviram falar e hoje são adultos e Ele ainda não veio. Um dia vem após o outro e todas as coisas permanecem como desde o principio da criação.

"Mas amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa ainda que alguns a têm por tardia: mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, se não que todos venham a arrepender-se." (II Pe 3.8,9).

Não tendo em conta os tempos de ignorância, Deus anuncia agora a todos os homens e em todo o lugar, que se arrependam "Arrependei-vos pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham a ser os tempos do refrigério pela presença do Senhor" (At. 3.19) "porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade" (II Tm 2.3,4).

Ouvir a voz de Cristo é ter um encontro com a verdade "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8.32). A luz verdadeira veio ao mundo para iluminar os que andam assentados nas trevas e dirigir os nossos pés pelo caminho da paz (Lc 1.79).

Ele veio dar a sua vida em resgate de muitos (Mt. 20.28) e com preço de sangue firmar uma Nova Aliança, tornando-se o Único Mediador entre Deus e os homens (I Tm 2.5). Pelo seu sangue derramado no Gólgota o Senhor abriu a porta da Graça, trazendo salvação a todos os homens.

Verdadeiramente Deus encarnou-se em Cristo para que no seu próprio corpo pudesse levar à cruz as penalidades que eu você estávamos sujeitos. "As nossas dores levou sobre si... Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidade: o castigo que nos traz a paz estava sobre ele... Ele foi oprimido mas não abriu a sua boca: como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca" (Is 53).

Cristo morreu por nossos pecados segundo as Escrituras, para nos remir de toda a iniquidade e purificar para si um povo seu, especial, zeloso de boas obras (Tt 2.14). Com seu sangue comprou para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação (Apoc 5.9).  Esse povo se encontra separado para Cristo e aguarda com expectativa a vinda do Senhor. É a Igreja do Deus Vivo, a noiva de Cristo: coluna e firmeza da verdade (I Tm 3.15 b).

EXISTE UMA SÓ IGREJA, um só povo de Deus, e o Senhor conhece os que são seus (II Tm 2.19). Esta é constituída por crentes de todos os tempos e lugares, unidos a Deus pela salvação alcançada em seu Filho Jesus. Redimidos em Cristo foram feitos novas criaturas mediante um novo nascimento (Jo 3.3)

Está sendo preparada e adornada pelo Espírito Santo para ser apresentada a Ele como "Igreja gloriosa, sem mácula, nem rugas, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível" (Ef 5.27).

A igreja como uma noiva fiel, permanece esperando com paciência o seu Amado "JESUS CRISTO". É o amor que a preserva. Jesus disse: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama...se alguém me ama guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada" (Jo 14.21,22).

Existe somente uma Igreja fiel: "A noiva de Cristo". A qual será revelada no dia do arrebatamento.

"Estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo" (II Co 11.2)

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Não vos embriagueis com vinho...

E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito; falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração; Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo; Efésios 5:18-20



Embriagar-se com Vinho
Qual é o motivo para uma pessoa embriagar-se? Se nós perguntarmos para qualquer pessoa, após a sua embriaguez, ela irá te responder várias situações: “Para afogar as mágoas!”; “Para esquecer das dívidas!”; “Para esquecer dos problemas!”; “Para se alegrar um pouco, diante de tanta tristeza!”; e até mesmo, criar “coragem” para falar algumas coisas para alguém, ou ter “atitudes corajosas” para com alguma pessoa ou situação.

O que significa “enchei-vos do Espírito”? “A forma exata do verbo plērousthe é sugestiva."

Em primeiro lugar, está no modo imperativo. “Enchei-vos” não é uma proposta alternativa, mas, sim, um mandamento autoritário. Não podemos mais evitar esta responsabilidade, tal como se dá com muitas outras que a cercam em Efésios. Ser cheio do Espírito é obrigatório, não é opcional.

Em segundo lugar, está na forma do plural. Noutras palavras, é endereçado à totalidade da comunidade cristã. Ninguém dentre nós deve ficar bêbado; todos nós devemos encher-nos do Espírito. A plenitude do Espírito não é um privilégio elitista, mas, sim, uma possibilidade para todo o povo de Deus.

Em terceiro, está no tempo presente. No grego há dois tipos de imperativo, um aoristo que descreve uma ação única, e um presente quando a ação é contínua. Assim, quando Jesus disse durante as bodas em Caná: “Enchei d`água as talhas” (Jo 2:7), o imperativo é aoristo, visto que as talhas deviam ser enchidas uma só vez.
Quando, porém, Paulo nos diz: Enchei-vos do Espírito, emprega um imperativo no presente, o que subentende que devemos continuar ficando cheios. A plenitude do Espírito, pois, não é uma experiência de uma vez para sempre que nunca podemos perder, mas, sim, um privilégio que deve ser continuamente renovado pelo continuado crer e pela continuada apropriação obediente.
Fomos selados com o Espírito de uma vez por todas; temos necessidade de encher-nos do Espírito e continuar ficando cheios todos os dias e todos os momentos do dia.”



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Festa dos Tabernáculos - Apontando o passado, o presente e o futuro da Igreja


Estamos vivendo nesses dias um período em que os judeus e muitos cristãos em todo o mundo celebram a Festa das Cabanas ou Tabernáculos ( Sukkot). Essa é uma das três festas em que todo o povo deveria subir a Jerusalém para adorar e celebrar.


O Rei Davi diz no Salmo 122 : Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor!

Esse Salmo era cantado nas peregrinações de todo Israel ao Templo em Jerusalém por ocasião dessas festas. Deus estabeleceu para si festas fixas, ocasião onde todos iam ao templo. Na festa de tabernáculos a ALEGRIA refere-se ao passado, presente e futuro.

Ao passado porque Deus é quem sustentou o povo de Israel no deserto durante os quarenta anos de peregrinação. Ali Israel viveu em cabanas, que eram simples e fáceis de montar e desmontar. Uma vez que a nuvem ou a coluna de fogo se movia, o povo logo juntava suas coisas e seguia o caminho proposto por Deus. Naqueles anos, apesar da dificuldade o milagre era diário. Pão que caia do céu! Roupas que não se desgastavam! -Nunca se envelheceu a tua roupa sobre ti, nem se inchou o teu pé nestes quarenta anos. Deuteronômio 8:4

A dependência de Deus era total! Nunca houve época mais difícil, mas nunca a presença Dele foi tão visível!

Ao presente porque o mesmo Deus que sustentou o Povo de Israel nos sustenta hoje! Jesus, o Filho de Deus, morreu em nosso lugar para que pudéssemos desfrutar das bençãos propostas por Ele na Bíblia. A Igreja não substituiu o Povo de Israel, mas fomos enxertados na Oliveira. Como ramo enxertado podemos desfrutar da seiva que alimentou, que alimenta e alimentará eternamente essa Oliveira, plantada pelo próprio Deus. A alegria do sustento diário, não apenas o material, mas principalmente o Espiritual, é realidade nas nossas vidas. Não temos mais uma coluna de fogo ou uma nuvem para nos guiar, mas temos o Espírito Santo que habita em nós!

Ao futuro porque tabernáculos fala do compromisso de Deus em cumprir suas promessas! Tabernáculos aponta para as Bodas do Cordeiro revelada no Livro de Apocalipse (Capítulo 19), quando Jesus desposará sua noiva amada! O compromisso de Deus com você não terminou na Cruz, ele teve início na Cruz! Jesus morreu por você para ser seu Messias, seu Rei, seu Libertador!

O Reino de Deus se manifesta em nossas vidas quando cremos no sacrifício de Jesus! Em tabernáculos e nas outras festas o reino de Deus é experimentado na unidade dos Seus filhos! Não subimos mais à Jerusalém, pois o Templo não está lá. Mas nos alegramos na unidade do Corpo de Cristo, o TEMPLO reconstruído não por mãos humanas, mas pelo próprio Deus! Cremos e esperamos na promessa de Deus:

-E acontecerá que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos.    Zacarias 14:16

Alegre-se! O sustento é diário! O filho de Deus habitou (tabernaculou) entre nós! O Espírito de Deus tabernacula em você! E no futuro, festejaremos juntos em Jerusalém, o Messias e o Seu Povo, a Festa de Tabernáculos! Sua passagem já foi comprada! Não com dinheiro, mas com o Sangue precioso de Jesus, morto e ressurreto ao terceiro dia! A fé é o instrumento que te permite ter acesso à essa passagem, creia!

Baruch haba b’shem Adonai!

Bem vindo é o que vem em nome do SENHOR!



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Não te cales!!!


"Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teus pais perecereis; e quem sabe se para tal conjuntura como esta é que fostes elevada a rainha?" - Ester 4:14.


Há momentos em que Deus nos levanta para operar a salvação, para ser instrumentos de libertação. Tempos de crise podem ser tempos de grande colheita... Ester viveu num tempo assim, quando seu povo estava sob escravidão e ameaça, mas Deus a colocou como esposa do rei Assuero para livrá-los. Ela corria um grande risco, mas tinha que enfrentá-lo. Os argumentos que seu tio Mordecai usou para convencê-la devem nos levar a pensar sobre nosso papel de lutar e trabalhar para salvar nossas famílias e nossa nação. Vamos ver porque não podemos nos calar:

1) SE NOS CALARMOS, HAVERÁ PERDAS EM NOSSA DECENDÊNCIA: “... se te calares agora... tu e a casa de teus pais perecereis...” – Nossa omissão e covardia podem bloquear a benção de Deus sobre nossa casa. O Senhor tem aliança com os que têm aliança com Ele. Quando o confessamos diante dos homens, Jesus apresenta nossas causas diante do Pai. Se quisermos uma família abençoada, temos que ser despenseiros da graça, pregadores do evangelho!

2) SE NOS CALARMOS, DEUS LEVANTARÁ OUTROS EM NOSSO LUGAR: “... se te calares, de outra parte se levantará para os judeus consolo e livramento...” - Não somos insubstituíveis. Deus não contenderá para sempre com o homem. Quando ele confia uma obra a alguém e a pessoa não a realiza, Ele remove essa pessoa e levanta outro em seu lugar. Saul perdeu o reino para Davi. Judas perdeu o apostolado para Matias. Eli foi substituído por Samuel. Quem não faz o que Deus manda, perde seu lugar.

3) SE NOS CALARMOS, PERDEREMOS A OPORTUNIDADE DE FAZER HISTÓRIA: “... quem sabe se para uma conjuntura como esta foste elevada...” – Muitas situações são oportunidades que temos de escrever a História. Quando nos acovardamos ou nos omitimos, perdemos a chance e ficamos à margem, como pessoas sem importância. Temos que estar sempre atentos e dispostos. Se há uma crise, ela pode ser a nossa grande oportunidade de manifestar o reino de Deus!

4) SE NOS CALARMOS, DESONRAREMOS O LUGAR QUE DEUS NOS DEU: “... para uma conjuntura como esta foste levantada como rainha...” – Ester era uma pobre escrava e Deus a fez ser escolhida para casar-se com o rei. Ele investiu nela, lhe deu poder e dignidade com o propósito de usá-la. Da mesma forma, nos tirou da condição de pecadores e nos fez embaixadores do seu Reino, líderes em sua casa. Se não formos fiéis ao nosso chamado, desonraremos todo o investimento do Senhor.


Portanto, não vamos nos calar!!!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

sábado, 22 de setembro de 2012

Da zona de conforto à de confronto

 "No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam.
E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.
E os umbrais das portas se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça.
Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos. Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz;
E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e expiado o teu pecado.
Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim".   Isaías 6: 1-8


A morte do rei Uzias significa o fim da prosperidade da nação, segurança, e zona de conforto.

É nesse momento que Deus escolheu se revelar a Isaías.

Transição: Quando você é expulso da zona de conforto…


Você precisa encontrar Deus (vv. 1-4).

•Encontro na sua Santidade (Qadosh)

•Encontro na sua Soberania (Adonai, Yahweh Sebaoth)

•Encontro na sua Glória (Khavado)


Você precisa pedir perdão (vv.5-7)

•Você precisa ver quem você é (um pecador)

•Você precisa ver quem Ele é (Perfeito em Santidade)

•Você precisa permitir que Ele retire os seus pecados


Você precisa responder a Seu chamado (v.8).

•A Chamada: Quem irá por nós?

•A Resposta Grata: “Aqui eu estou, envie-me”.



Pense nisso!!!

Tenha um ótimo dia!!!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Delegando e multiplicando autoridade espiritual


Em Lucas 10, Jesus reuniu 70 discípulos e orou ativando neles e por meio deles, a manifestação dos sinais do Reino de Deus em forma de cura, libertação e a bênção da paz. Semelhante, Moisés também reuniu 70 anciãos e foi canal de Deus para ativar neles a manifestação da unção profética. Seria essa uma chave bíblica e um firme princípio espiritual para orarmos hoje por pessoas a fim de que elas sejam ativadas na unção profética ou no ministério de milagres?


Particularmente eu creio que sim. A experiência descrita por Lucas, onde encontramos Jesus ativando a unção do Espírito Santo em seus discípulos para somente depois os enviar de dois em dois é, nada mais nada menos, que a versão neo-testamentária da mesma operação de fé vivenciada anteriormente por Moisés e 70 anciãos no deserto.

Números 11:16-17: "E disse o SENHOR a Moisés: Ajunta-me setenta homens dos anciãos de Israel, que sabes serem anciãos do povo e seus oficiais; e os trarás perante a tenda da congregação, e ali estejam contigo. Então eu descerei e ali falarei contigo, e tirarei do espírito que está sobre ti, e o porei sobre eles; e contigo levarão a carga do povo, para que tu não a leves sozinho".

A única diferença está no propósito, Moisés precisava obter auxílio para julgar o povo de Israel e Jesus desejava comissionar os discípulos para tarefa de apresentar a mensagem do Reino de Deus com palavras e sinais.

No deserto, a experiência mística das manifestações espirituais moveram-se em torno dos dons vocais, ou seja, a palavra profética. Já entre os discípulos de Jesus, os sinais eram de cura, libertação, arrependimento e bênção da paz. Porém, em ambos os episódios, Deus veio ao encontro deles e repartiu sobre uma porção da unção do Espírito Santo que anteriormente já havia sido concedida ao líder. A isso, comumente,  chamamos de ativação profética.

Lucas 10:23-24: "E, voltando-se para os discípulos, disse-lhes em particular: Bem-aventurados os olhos que vêem o que vós vedes. Pois vos digo que muitos profetas e reis desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que ouvis, e não o ouviram".

Qualquer pessoa pode ser ativada no profético, mediante fé e oração a Deus pedindo pela graça dessa experiência. Deus em sua soberania é quem concede as manifestações e os sinais do Espírito Santo, em nós e por meio de nós. No entanto, nem todos que foram ativados no profético serão necessariamente ministros de ofício profético.

Talvez sua mente esteja nicotizada por uma teologia mais conservadora e ao ler este artigo, esteja perguntando: "Deus não poderia ter manifesto individualmente aos 70 homens sua unção e poder diretamente? Por que seria necessário 'tirar do espírito que estava sobre Moisés' e repartir entre eles?".

Permita-me ajudá-lo a compreender esse princípio no mundo espiritual. Vamos ilustrar com a operação das línguas estranhas, um dom frequente e amplamente experimentado nos dias de hoje. Deus pode e deseja intensamente manifestar-se individualmente a qualquer pessoa que o busque com toda força de sua alma, do seu entendimento. Ele sempre estará potencialmente disposto a ativar diferentes operações de fé que a mente humana possa ou não compreender.

Porém, Ele estabeleceu um princípio de autoridade espiritual e outro princípio de transferência de unção, onde as pessoas que andarem fisicamente próximas, emocionalmente fiéis e espiritualmente honraram ao outro, estarão habilitadas para receberem uma porção da habilidade espiritual que Deus já ativou na vida e no ministério alheio.

Você já deve ter ouvido falar de pessoas que estavam sozinhas em seu quarto, carro ou cozinha e foram poderosamente visitadas pelo poder de Deus ao ponto de manifestarem instantaneamente a evidência do falar em línguas. Ninguém impôs as mãos sobre elas, ninguém orou nos ouvidos, nem ensinou-as sobre esse fundamento bíblico, simplesmente Deus manifestou-se diretamente a elas em resposta a uma expectativa interior. Isso exemplifica o quanto Deus pode ativar uma operação de fé individual e diretamente a uma pessoa.

Porém, quantas pessoas você conhece que já receberam a manifestação do dom de línguas depois de um ensinamento bíblico sobre o tema, foram chamadas a frente do altar e receberam auxílio com imposição de mãos e oração nos ouvidos? Ambos são eficientes, nenhum dos casos é mais ou menos espiritual do que o outro. Mas qual deles é mais freqüente? Com certeza, impormos as mãos e ministrarmos uns aos outros qualquer operação de dons espirituais.

De todas as pessoas que você conhece, que oram em línguas espirituais, quantas o receberem sozinhas, individualmente, e quantas o receberem por terem sido ministradas por outra pessoa e auxiliadas por meio do princípio bíblico de transferência de unção e ativação dos dons? Certamente que os testemunhos de pessoas que receberam sozinhas são estatisticamente menores, o que me leva a concluir que o princípio espiritual estabelecido por Deus na igreja do novo testamento é o da edificação coletiva do corpo de Cristo, quando reunido com liberdade para o exercício dos mais diversos dons. Uns devem ministrar aos outros a fim de não nos tornarmos ignorantes quanto ao poder do Espírito Santo.



segunda-feira, 10 de setembro de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Quem sou eu no corpo de Cristo?


Quem sou eu no corpo de Cristo? Descobrindo o meu dom


“Ora, a respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes” I Co 12:1

Existem vários dons, ministérios e operações que nunca são dissonantes e sempre preservam a unidade da trindade divina

“Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo” I Co 12:4

“Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo” I Co 12:5

“Há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos” I Co 12:6

“Pois, como em um só corpo temos muitos membros e cada um dos nossos membros tem diferente função, assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um do outro”. Rm 12:4-5

Os dons específicos variam em cada passagem, sugerindo que as listas não são exaustivas, mas que apresentam amostras do tipo de capacidade para o serviço que Deus dá à Igreja. Os dons são relacionados da seguinte forma:

1. Apóstolos (1 Coríntios 12:28; Efésios 4:11)

2. Profetas (Romanos 12:6; 1 Coríntios 12:28; Efésios 4:11)

3. Serviço (Romanos 12:7; 1 Pedro 4:11)

4. Evangelistas (Efésios 4:11)

5. Palavra de sabedoria (1 Coríntios 12:8)

6. Palavra de conhecimento (1 Coríntios 12:8)

7. Pastores (Efésios 4:11)

8. Mestres (Romanos 12:7; 1 Coríntios 12:28; Efésios 4:11)

9. Oratória (1 Pedro 4:11)

10. Exortação (Romanos 12:8)

11. Fé (1 Coríntios 12:9)

12. Dons de cura (1 Coríntios 12:9,28)

13. Operação de milagres (1 Coríntios 12:10,28)

14. Capacidade de discernir espíritos (1 Coríntios 12:10)

15. Contribuição para suprir necessidades de outros (Romanos 12:8)

16. Ajudar outros (1 Coríntios 12:28)

17. Ter misericórdia (Romanos 12:8)

18. Administração (1 Coríntios 12:28)

19. Falar em línguas (1 Coríntios 12:10,28)

20. Interpretação de outras línguas (1 Coríntios 12:10,30)

Dom (Dons do Pai)
Ministério (Dons do Filho)
Operação (Dons do Espírito Santo)

O recebimento de um dom, ministério ou operação manifesta o propósito divino

“A manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil” I Co 12:7

A distribuição manifesta a soberania de Deus

“...o Espírito distribui particularmente cada dom como quer” I Co 12:11

A finalidade dos dons

- A edificação da igreja – Ef. 4.7-16; I Ped. 2.5; I Co. 2.9-12
- A glorificação do nome de Jesus – I Co. 10.4
- Adornar a igreja – Gn. 24.15-22
- Equipar a igreja – Ef. 6.10

Dom ( do grego charisma) - O Dicionário Aurélio diz que dom é um presente, uma dádiva, o que nos é dado. Na linguagem secular pode ser também "talento".

Talento significa aptidões naturais, habilidades e recursos inerentes a cada ser humano, incluindo-se aqui a personalidade de cada indivíduo.

Dom envolve a graça de Deus como doador; é usado acerca de suas dotações gratuitas aos pecadores (Rm 5.15. 16; 6.23; 11.29).

“Portanto, usemos os nossos diferentes dons de acordo com a graça que Deus nos deu. Se o dom que recebemos é o de anunciar a mensagem de Deus, façamos isso de acordo com a fé que temos. Se é o dom de servir, então devemos servir; se é o de ensinar, então ensinemos; se é o dom de animar os outros, então animemos. Quem reparte com os outros o que tem, que faça isso com generosidade. Quem exerce liderança, que use a sua autoridade com todo o cuidado. Quem ajuda os outros, que ajude com alegria”   Rm 12:6-8

Ministérios (Você se torna o dom)

"Mas a cada um de nós foi dada a graça, segundo a medida do dom de Cristo” Efésios 4:7

“E Ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas e outros para pastores e mestres.”   Efésios 4:11

Dons do Espírito (operação / ferramentas)

Os dons do Espírito são de suma importância para a igreja de Jesus, pois os mesmos tem como objetivo a equipar para a obra que lhe foi confiada.

“Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; E a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; E a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas”. I Co 12:8-10

A classificação geral dos dons

Dons de Revelação  (Pensar sobrenaturalmente)
Palavra da sabedoria    / Palavra do conhecimento (ciência)    /   Discernimento dos espíritos

Dons de Poder ( Agir sobrenaturalmente)
Dom da fé    /   Dons de curar   / Dom de operação de milagres

Dons de Elocução  ( Falar sobrenaturalmente)
Profecia   /  Variedade de línguas  / Interpretação de línguas

Chamado, unção e constituição

Chamado
 "...já tem o Senhor buscado para si um homem segundo o seu coração, e já o tem destinado para ser príncipe sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que o Senhor te ordenou". I Sam 13.14

Unção
“Tomou Samuel o chifre do azeite e o ungiu no meio de seus irmãos; e, daquele dia em diante, o Espírito do SENHOR se apossou de Davi”. I Sm 16:13

Constituição
"E também, seus vizinhos de mais perto, até Issacar, Zebulom e Naftali, trouxeram pão sobre jumentos, sobre camelos, sobre mulos e sobre bois, provisões de farinha, pastas de figos, e cachos de passas, e vinho, e azeite, e bois, e gado miúdo em abundância; porque havia regozijo em Israel". 1Cr 12. 40

“Todo o chamado de Deus passa pela prova do tempo”


Evidência da proximidade da constituição ministerial  (O povo reconhece a unção em você)

“Sucedeu, porém, que, vindo eles, quando Davi voltava de ferir os filisteus, as mulheres de todas as cidades de Israel saíram ao encontro do rei Saul, cantando e dançando, com adufes, com alegria, e com instrumentos de música. E as mulheres dançando e cantando se respondiam umas às outras, dizendo: Saul feriu os seus milhares, porém, Davi os seus dez milhares. Então Saul se indignou muito, e aquela palavra pareceu mal aos seus olhos, e disse: Dez milhares deram a Davi, e a mim somente milhares; na verdade, que lhe falta, senão só o reino?”    1 Samuel 18:6-8

Paternidade espiritual, liberação e envio

“Por cujo motivo te lembro que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos” 2 Timóteo 1:6

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Uma noiva adornada de ouro!!!

“Ouve, filha, e olha, e inclina teus ouvidos; esquece-te do teu povo e da casa de teu pai. Então o rei se afeiçoará ã tua formosura. Ele é teu senhor, presta-lhe, pois, homenagem”  Salmos 45: 10-11.


O Salmo 45 nos dá um belo retrato de Cristo e Sua noiva. Um grande casamento está para acontecer, e o escritor está “em ebulição” de tanto êxtase e excitação: "Meu coração transborda (ferve) de boas palavras... " (Salmos 45:1).

O salmista mal consegue se conter. Está tentando descrever algo que vê com os olhos da mente – uma cerimônia incrível, com um grande e glorioso Noivo, e uma linda noiva vestida de ouro!

Há muitos anos atrás, o mundo inteiro ficou embasbacado pelo matrimônio real na Inglaterra. Milhões ao redor do globo ficaram grudados nos aparelhos de TV, enquanto a Princesa Diana e o Príncipe Charles se casavam. Foi um dos casamentos mais glamourosos e celebrados da história moderna.
As redes de TV tinham “comentaristas a cores” que descreviam cada detalhe do acontecimento. Clips mostravam a vida principesca, nobre, de Charles – seus jogos de polo, seus compromissos como príncipe, e sua herança como o próximo rei da Inglaterra – seu trono, suas riquezas, seu palácio.

Os comentaristas também descreveram em grandes detalhes tudo sobre a Princesa Di. E o quadro era incrível: seu corte de cabelo, seu traje real, suas pajens, seus sapatos, seus ornamentos, seu anel, suas flores, sua carruagem real. Mesmo durante a cerimônia das bodas, quando o casal se colocou em pé, juntos diante do altar, um comentarista sussurrava detalhes ao microfone: “Ela não é linda? Olhem seus sapatos, suas flores…”
Foi romântico, de tirar o fôlego – um príncipe e uma princesa unidos em santo matrimônio “até que a morte os separe”. Pessoas de todo o mundo se emocionaram com a cena. Hoje, porém, vivemos para ver esse casamento desintegrar-se em uma das mais sórdidas e feias separações da face da terra!

O casamento descrito no salmo 45, por outro lado, é uma união infinitamente maior e mais gloriosa. Também é cheia de romance, beleza, majestade – mas é um casamento que nunca terminará. Ele é planejado para a glória eterna!

Neste momento exato, você e eu estamos sentados nos lugares celestiais com o Rei Jesus. Porém, muito mais do que isso, somosa sua noiva! E logo um grande e glorioso casamento terá lugar – um casamento real majestoso acima de qualquer coisa que este mundo já tenha visto. O comentarista deste matrimônio é o Espírito Santo, que descortina para nós um cena gloriosa:

• O Rei Jesus em pé diante de Seu trono – o cetro real na mão, Suas roupas impregnadas do maravilhoso aroma de mirra e aloés. Ele vem do palácio de marfim de Seu Pai, onde foi ungido com o óleo da alegria.

• Ele traja Sua veste militar de gala completa. Sua espada reluzente está cingida junto à coxa. Ele conquistou todos os inimigos, e Seu reino está seguro. Ele reina em paz e poder, vitorioso acima de todos. E, diz a Escritura, Ele é "... mais formoso que os filhos dos homens; a graça se derramou em seus lábios...” (Salmo 45:2).

• Cada batalha feita por este Rei – cada inimigo que lançou por terra, cada ato de graça e misericórdia que Ele tenha concedido – foi por Sua noiva. E tudo isso tem seu significado para esse momento. E agora Ele está extasiado, radiante de alegria, cheio de entusiasmo – porque já antecipa o unir-se à Sua linda noiva. Ele baixa os olhos para o longo corredor do palácio, esperando ver sua chegada, com todo o séquito!

O salmista nos conta que o Noivo poderia ter escolhido uma noiva dentre muitas filhas respeitáveis no reino. "As filhas dos reis estavam entre as tuas ilustres mulheres..."(Salmos 45:9). Mas Ele escolheu somente uma: "...à tua direita estava a rainha ornada de finíssimo ouro de Ofir" (mesmo verso).

Ora, o ouro de Ofir era o ouro mais puro, mais refinado produzido naqueles dias. E esta noiva estava ornada com ele. Que aparência maravilhosa ela tinha, quando foi "...levada ao Rei..." (verso 14). Ela resplandecia totalmente, porque seu coração era puro.

Seu traje de ouro cintilava com bordados incríveis. Não era alguma roupa vinda de um grande estoque cheio de roupas iguais: não, tinha sido tecida com muitos detalhes, entrelaçados com fios do mais puro ouro. E seus adereços dourados brilhavam de modo tremendo, espetacular.

A rainha vestida de ouro marcha em direção ao Rei, ao som de grande fanfarra. E que som glorioso - tamborins, pistões, instrumentos de cordas! Atrás dela, tão longe quanto o olho pode alcançar, está seu séquito – um exército de virgens, todas vestidas de branco, cantando, dançando, louvando com grande alegria. A noiva lidera todo o cortejo nupcial – e vem ao encontro do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.

Finalmente, a rainha toma seu lugar à destra do Rei. Todos se regozijam – porque este é o casamento real da eternidade! "...Levá-la-ão ao rei com vestidos bordados; as virgens que a acompanham a trarão a ti. Com alegria e regozijo as trarão; elas entrarão no palácio do rei." (versos 14-15).

Fala-se muito de um encontro de avivamento do Espírito Santo! Você pode imaginar a cena? Este casamento é o propósito, o apogeu de toda a criação. Ali está em pé o Rei Jesus, o coração cheio de alegria. E eis que vem Sua noiva – os remidos de toda a humanidade – vestidos em ouro puro, a justiça de Cristo!
Porém, eu quero deter-me aqui por um momento. Até agora, este se parece com um outro casamento real, romântico. Minha pergunta é: exatamente quem é esta noiva vestida de ouro?
Alguns comentaristas dizem que este salmo simplesmente descreve um casamento histórico, entre o rei Jorão de Judá, e Atalia. Estudos mostram que houve um grande matrimônio real na época. Porém, dizer que este salmo discorre sobre este casamento, é mera conjectura.
Concordo com a maioria dos estudiosos com visão espiritual, que este salmo é messiânico. E creio que esta mensagem é muito clara: é sobre Jesus e Sua noiva! O Noivo é nosso Rei e Senhor, Jesus Cristo. E a noiva é Sua igreja – crentes que se prepararam para a Sua vinda – que O desejaram ardentemente com grande expectativa, e cujos corações são sem mancha ou ruga.

"E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido..... E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro."

"E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu. Tinha a glória de Deus; e a sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente." (Apocalipse 21:2, 9-11).

O quadro em Apocalipse 21 é um belo quadro da igreja de Jesus Cristo dos tempos do fim! A grande e santa cidade descendo do céu é Sua noiva sem mácula: a igreja vitoriosa assentada com Ele neste instante em lugares celestiais. Esta igreja é edificada sobre o alicerce das verdades do evangelho dos doze apóstolos. E é cercada de muralhas e portões, que mantém fora tudo que é impuro e intruso.
A Escritura fala também de uma água pura e cristalina, que representa um consciência limpa. E este é um outro componente da igreja do tempo do fim: é transparente, pura, anda na luz ; não tem outro templo que não seja Cristo!
A rainha vestida de ouro é honrada, favorecida, extremamente embelezada. E agora ela permanece à destra de seu Amado, o casamento prestes a ser realizado. Antes que a cerimônia comece, porém, uma voz sussurra uma advertência a ela: "Ouve, filha, e olha, e inclina os teus ouvidos..." (Salmo 45:10).

Eu creio que esta voz é do Espírito Santo, que adverte a todo que é chamado pelo Seu Nome. Está Se dirigindo aos vencedores – àqueles mais apaixonados por Jesus – dizendo: “Ouça, preste atenção, escute!” Esta voz vem à noiva nos momentos finais, um pouco antes de o casamento ser consumado.



sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O chave do seu milagre está dentro de casa


Texto: II Reis 4:1-7


E uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao SENHOR; e veio o credor, para levar os meus dois filhos para serem servos.
E Eliseu lhe disse: Que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.
Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas.
Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia.
Partiu, pois, dele, e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; e eles lhe traziam as vasilhas, e ela as enchia.
E sucedeu que, cheias que foram as vasilhas, disse a seu filho: Traze-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: Não há mais vasilha alguma. Então o azeite parou.
Então veio ela, e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto.

Milagres acontecem para aqueles que precisam deles, para aqueles que querem eles, e para aqueles que estendem a mão para eles. Se você está procurando por um milagre você tem que se mover em direção a esse milagre. Você não pode esperar que ele se mova em direção a você! Você tem que fazer sua parte. Muitas pessoas dizem eu estou esperando por um milagre. Minha resposta é grande, mas o que você está fazendo para receber esse milagre? Nada; eu estou apenas sentado aqui esperando o meu milagre. Talvez você tenha perdido a sua visão.
Houve um tempo quando você estava em chamas para Deus, Você queria ganhar o mundo para Cristo, você queria dizer ao mundo o que Cristo fez por você. Mas hoje você tem perdido de vista a sua visão. Hoje, você precisa de seu milagre restaurado.

Faça um inventário do que você tem. (V. 2).
Deus quer operar milagres, Deus quer ver a fé se levantar em seu espírito. Mas em vez de ouvir proclamações de fé do seu Espírito Ele ouve reclamações, Ele ouve queixas e murmurações. Faça um inventário do que Deus lhe deu. (Conte suas bênçãos) Dê uma olhada nos dons espirituais que você tem. Deus faz a pergunta: Diga-me o que você tem em casa? Você pode dizer: Senhor, a única coisa que tenho é o dom de ajuda, Ele diz que eu vou usá-lo; Isso é onde começa o seu milagre. Você pode pensar “eu não tenho nada”, mas quando você percebe que Jesus é tudo que você tem você percebe que Jesus é tudo que você precisa.
 “A Casa” pode representar o lugar onde você está. Tantas vezes nós nos encontramos correndo para a esquerda e para a direita à procura de um milagre. Nós achamos que podemos encontrar um milagre neste lugar ou naquele lugar, quando o milagre está exatamente onde você está. Por quê? Porque a fé para acreditar num milagre de Deus não está aqui, mas é aqui.
 “A Casa” pode representar o seu corpo. (I Coríntios 6:19) Tem milagres neste no lugar hoje. Tem milagres no corpo de Cristo sentado diante de nós hoje. Você é o milagre que Deus enviou para esta igreja para completar a visão que Ele tem para sua igreja. O Milagre da Nova Vida para alcançar as almas e os crentes discípulos está em casa. O milagre da Nova Vida para realizar uma grande colheita está em casa. O milagre da Nova Vida para se tornar um centro de salvação de almas, libertação e cura está em Casa. Você sabe por que há um milagre em casa? Porque Deus está na Casa! Deixe-me dizer novamente Deus está na Casa! Veja bem, o milagre para que você possa ser perdoado está em casa, o milagre para que você possa ser restaurado está em casa, o milagre para você obter a cura está em casa, o milagre está em casa.

Deus usa as coisas pequenas para criar grandes milagres. (V. 2b).
O pouco se torna muito, quando você colocá-lo na mão do mestre. Como Moisés, tudo o que tinha era uma vara. Deus disse: “o que você tem em suas mãos” ou em outras palavras “o que você tem em casa”? E com essa vara milagres fluíram. O Mar Vermelho foi aberto diante dos seus olhos. Torna-se “muito” o “pouco”, quando você colocá-lo nas mãos do Mestre. A alimentação dos cinco mil foi necessária um pão e cinco peixes e mais de 5.000 foram alimentados. “Pouco” se torna “muito” quando você colocá-lo na mão do Mestre. Como está seu maxilar hoje? Você está disposto a dar a Deus?

Você faz a sua parte e Deus fará a dele. (V.3-4).
- Ponha de lado o que os outros possam pensar ou dizer.
- Não deixe o medo roubar-lhe o milagre.
- Para receber você deve primeiro deixar ir.

Temos que deixar nossas ideias preconcebidas de como Deus realiza Seus milagres. Olha o que Deus está fazendo aqui diante de nossos olhos, mas temos de deixar ir nossas ideias preconcebidas de como achamos que Deus vai levar isto adiante. Nós precisamos deixar ir, a fim de receber.

 Deixe o azeite fluir. (V. 5).
Muitos de vocês vieram para a igreja hoje pensando o que você precisava para encher o seu tanque Espiritual. O que você realmente precisa é de uma mudança de óleo. Deus está dizendo que você deve permitir que o óleo do Espírito Santo flua através de você. O que o azeite representa? Entre outras coisas.

Fé: Nós não podemos perder a fé em milagres (Gálatas 3:5) O clima de expectativa é o terreno fértil dos Milagres.
Coisas de valor: Quando Deus põe uma porção de milagres, Ele paga a conta. Mas quando nós colocamos uma porção de milagres em nossas condições, temos de pagar a conta.
Espírito Santo: Quando nós permitimos que o Espírito Santo flua, vivemos na unção. Quando você está enfrentando uma situação difícil, você tem de saber para onde se virar. Onde você precisa se virar, é para o Espírito Santo.

Você está pronto para um milagre em sua vida? Deus está pronto, a questão é; e VOCÊ?



sexta-feira, 10 de agosto de 2012

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

"Eu lhes serei por muro de fogo em redor..."


Deus prometeu ao profeta Zacarias que nos últimos dias Ele seria uma muralha de fogo protetora em torno do Seu povo: "Pois eu lhe serei, diz o Senhor, um muro de fogo em redor..." (Zacarias 2:5).


Do mesmo modo, Isaías testifica: "Porque foste...sombra contra o calor; porque o sopro dos opressores é como a tempestade contra o muro" (Isaías 25:4). "E haverá um tabernáculo contra o calor do dia, e para refúgio e esconderijo contra a tempestade e contra a chuva" (4:6).

Estas promessas têm o objetivo de nos dar conforto antecipadamente - porque todos os profetas previnem a respeito de uma grande tempestade que virá nos últimos dias, que irá se chocar furiosamente com a muralha de proteção de Deus!

Em verdade, Jesus diz que esta tempestade que se aproxima é tão assustadora e irresistível que as pessoas vão entrar em colapso ao vê-la se formando (v. Lucas 21:26). Então, se Jesus diz que esta tempestade virá com fúria, podemos saber que ela se constituirá em um momento aterrador da história. Porém, a Bíblia assegura-nos que Deus jamais envia julgamento sobre nenhuma sociedade, sem primeiro revelar aos Seus profetas aquilo que Ele planeja fazer: "Certamente, o Senhor Deus não fará cousa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas" (Amós 3:7).

Esta é uma maravilhosa expressão do grande amor do nosso Senhor pelo Seu povo. E se você estudar com cuidado os escritos dos profetas bíblicos, verá que Deus age desta maneira de modo consistente. Um pouco antes de uma tormenta iminente de julgamento, Ele sempre ordena aos Seus profetas que advirtam o povo para que volte para Ele: "Falei aos profetas e multipliquei as visões; e, pelo ministério dos profetas..." (Oséias 12:10).

Além disto, Deus é fiel para falar nos tempos de prosperidade, um pouco antes da fúria do Seu julgamento se abater. Enquanto as nuvens da tempestade ainda estão se formando, Ele levanta vozes proféticas em toda a terra. E, de acordo com as Escrituras, todas as vezes que uma nação pecadora estava próspera e em paz, Deus dizia aos Seus profetas para que advertissem declarando que os bons tempos iriam se acabar em breve: "...o Senhor pregou pelo ministério dos profetas que nos precederam, quando Jerusalém estava habitada e em paz..." (Zacarias 7:7).

Nas vezes em que Deus trouxe mensagens assim tão fortes, Ele instruiu os Seus porta-vozes a transmitir advertências cortantes, secas: "Por isso, os abati por meio dos profetas; pela palavra da minha boca, os matei..." (Oséias 6:5). Em outros termos: "A palavra que trago será tão clara, que ela lhe atingirá se o seu coração tiver o mínimo de abertura. Ela lhe levará a se dobrar sobre o seu rosto e a se arrepender!"

Temos de sempre ter em mente, que o único propósito de Deus em nos chamar em amor para voltarmos para Ele, é o de proteger-nos nestes períodos de tempestade.


Por David Wilkerson

terça-feira, 7 de agosto de 2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O "Modalismo" e seus perigos



O Modalismo é definido como a “ideia de que as três pessoas da Trindade são, antes, um simples modo de uma única pessoa em Deus e não pessoas distintas”


Esta tese defende uma idéia de progressão de papeis “... três energias sucessivas, o Pai como Criador e doador da lei, o Filho como Redentor começando na encarnação e indo até a ascensão e finalmente o Espírito como Doador e sustentador da vida...”

Ou ainda “... Trata-se da heresia trinitária que não vê o Pai, o Filho e o Espírito como três pessoas singulares em uma relação, mas apenas três modos ou manifestações de uma pessoa divina: Deus, assim vem na história da salvação como Pai para criar e dar a lei, como o Filho para redimir e como o Espírito para ministrar graça. Esta heresia modalística às vezes também é conhecida como Sabelianismo “Seita dos princípios do terceiro século fundada em Esmirna por Noeto, seu discípulo a levou para Roma onde se estendeu através de Práxeas e Sabélio...O Sabelianismo é a posição teológica conhecida mais tarde como Unitarismo...”

Não é muito comum nós adorarmos nos moldes do hino 01 do Cantor Cristão: Antífona. Neste hino todas as pessoas são igualmente retratadas. Nossa prática de oração em geral é dirigida somente a Deus Pai nos moldes de Mateus 6 com o acréscimo de “em nome de Jesus” no final.

É óbvio que o Senhor nos apresentou somente um modelo de oração e nós não devemos mecanizar este modelo o que contradiz exatamente o ensino da passagem. Não é necessário que Cristo participe de nossas orações somente como um apêndice.

Também nós reprovamos a seita herética dos Testemunhas de Jeová que classificam o Espírito Santo como uma força ativa de Deus, porém como disse A.W. Tozer “se o Espírito Santo fosse tirado de algumas Igrejas elas permaneceriam exatamente como estão”.

Naturalmente sabemos que a obra do Espírito é apontar para o Filho e não falar de Si mesmo (João 16:13,14). Mas isto não quer dizer\ que nós não adoremos Espírito Santo e nem O citemos em orações públicas. Tais equívocos já estão tão enraizados em nossa cultura eclesiástica que já é possível pressentir que você mesmo não ache se estou indo longe demais.

Nas orações e “ministrações” de louvor precisamos nos acautelar em não cometermos heresias involuntárias tais como “Obrigado Pai por ter morrido na cruz por nós”; “Jesus obrigado por ser nosso Pai”; “Oh Pai estamos aguardando a Sua volta”.

As três pessoas da Trindade podem ter funções e operações distintas, mas são um único Deus. Ainda assim se distinguem em três pessoas co-existentes e não em um deus mutável que vai se transformando em determinada pessoa de acordo com o período da história. Os unicistas ou modalistas usarão textos fora do contexto, mal interpretando frases de Jesus como “Eu e o Pai somos um” e “Quem vê a mim vê ao Pai” fazendo uso de uma hermenêutica pobre e lastimável.

Veja como estes argumentos falsos podem ser rebatidos rapidamente:

“... Costumam citar João 10:30: “Eu e o Pai somos um”.


O texto prova que Jesus é Deus absoluto igual ao Pai, mas não a mesma Pessoa do Pai. “Um” no grego, aqui, neste versículo, está no neutro hen e não no masculino que seria heis, isto mostra duas Pessoas numa só Deidade, nessa passagem.

Além disso, o verbo está no plural “somos” e não no singular “sou”; não pode, portanto, Pai e Filho serem uma mesma pessoa... ”

Além disso, desprezam o farto material das Escrituras em ambos os testamentos que implicam em um Deus triúno (Mt. 20:23; 28:19; Mc. 13:32; Lc. 23:46; Jo. 8:17, 18,42; Jo. 14:16, 26; Jo. 16:30; At. 10:38; 1 Co. 15:24; Cl. 3:1; 1 Jo. 2:22, 23; II Jo. 3.). Estas são apenas algumas passagens que desmentem o modalismo e unicismo.

Enfim Modalismo é heresia, porque a crença na doutrina da Trindade é essencial para uma Teologia sadia. O modalismo deve nos lembrar que precisamos desenvolver práticas de oração e adoração mais trinitarianas ao invés de nos conformarmos em acabar praticando um modalismo involuntário.





segunda-feira, 30 de julho de 2012

"...e tendo por capacete a esperança da salvação"

"... e tendo por capacete a esperança da salvação".
                                                                         1 Tessalonicenses 5:8

Vivemos num tempo onde muito tem se pregado sobre esperança. Esperança de curas, milagres, restauração financeira, sucesso nos negócios, harmonia na família, etc. Esse tipo de esperança não nos leva ao passado da cruz e muito menos ao grande advento da volta de Jesus Cristo. É uma esperança míope, que quase sempre, não permite que os crentes pensem além do que pensam os líderes religiosos com suas muitas visões doutrinárias. Entretanto o verso acima outro tipo de esperança – uma esperança real na pessoa de Jesus Cristo.

O capacete citado neste verso é espiritual e tem como principal propósito proteger a nossa mente e todos os nossos pensamentos, sonhos e até devaneios.

Quais têm sido os nossos pensamentos? Eles têm sido direcionados para o alto ou para baixo? Nossos pensamentos precisam ser direcionados para cima, para as coisas espirituais.

O capacete também protege a nossa mente de todo tipo de influência de doutrinas de homens e demônios, evitando assim, que sejamos presa fácil de homens enganadores e fraudulentos e também de toda sorte de ataques e dardos inflamados do maligno.

"Esperança" na Bíblia não são pensamentos otimistas: não são devaneios nem caprichos da imaginação. "Esperança" na Bíblia significa "uma constante, serena e confiante expectativa do bem". Esperança não é uma fantasia porque tem um fundamento. Que fundamento é este? É a fé.

Em Hebreus 11:1 diz: "Ora, a fé é o firme fundamento de cousas que se esperam..." Antes de ter esperança, você precisa ter fé. Fé é a substância, a base, a realidade fundamental sobre a qual se edificam as esperanças.

Há duas espécies de esperança. Uma não se baseia na fé e não é válida. Provavelmente será desapontada. A outra espécie de esperança, a esperança cristã, é baseada na fé. Esta esperança tem garantia. Precisamos perguntar a nós mesmos: "Minhas esperanças são baseadas na fé ou são meras fantasias e caprichos da imaginação?"

Deixe-me dar uma das bases bíblicas para a esperança: "Sabemos que todas as cousas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Rm 8:28).

Você ama a Deus? Está procurando cumprir o seu propósito na sua vida? Se a resposta for sim, você saberá que todas as coisas cooperam para o bem. Agora, se você sabe que todas as coisas cooperam para o bem, não pode haver outra reação lógica, senão a esperança. Qualquer outra reação é ilógica.

Não focalize sua atenção, no lado negativo das coisas. Não procure sempre um motivo para se preocupar. Focalize o lado positivo. Procure uma razão para crer. "

Lamentações 3.21 diz: “Quero trazer à memória aquilo que me traz esperança.”

Em Romanos 8:24 lemos: "Porque na esperança fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança: pois o que alguém vê, como o espera?"


Observe novamente o contraste entre o que se espera e o que se vê. Se você vê alguma coisa, então não é necessário esperá-la. Se o sol está brilhando você não precisa esperar bom tempo. A esperança como a fé, se relaciona com algo que ainda não se vê. O Espírito Santo disse-me que somos salvos pela esperança. Se não há esperança, não há salvação.

Romanos 15:13 diz: "E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer (não no vosso sentir, não no vosso desejar ou ver, mas no vosso crer), para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo".

Não tire o capacete de maneira alguma. Há um perverso ser espiritual no mundo invisível que tem suas flechas apontadas para você. No momento em que você tirar este capacete ele o ferirá na cabeça. Durma com o capacete; é bem confortável. Vá para a cama com esperança e acorde com esperança.



Deus te abençoe hoje e sempre!!!

sábado, 28 de julho de 2012

terça-feira, 24 de julho de 2012

A preeminência de Cristo

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 
 Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.
A vida estava nele e a vida era a luz dos homens.    João 1:1-4


“E ele é a cabeça do corpo da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência”  Colossenses 1:18.

Cristo é e deve ser preeminente em toda verdadeira pregação. Um homem que não prega a Cristo não deve ser considerado um pregador fiel do evangelho. Pregadores são como o poste sobre o qual Moisés fixou a serpente de bronze. Nossa única função é levantar Cristo crucificado diante dos pecadores. O evangelho que pregamos é Jesus Cristo. Não pregamos meramente um evangelho centrado em Cristo. Cristo é o evangelho que pregamos. Há uma enorme diferença.

Quando o nosso Senhor começou o Seu ministério público na sinagoga em Nazaré, todo o Seu sermão versou sobre Si mesmo. Ouça o que Ele disse: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor” (Lucas 4:18-19).

E à medida que lemos os escritos do apóstolo Paulo, não podemos deixar de observar que para ele a pregação de Cristo, a pregação da lei, a pregação do evangelho e a pregação das Escrituras eram a mesma coisa. Leia sua própria descrição de sua pregação (Atos 20:27; 1 Coríntios 1:17,23, 24; 2:2; 2 Coríntios 4:5).

Nós pregamos a Cristo quando O pregamos na plenitude de Sua graça e glória redentora como Deus nosso Salvador. Deixe-me ser mais explícito e claro. Eu não quero que alguém entenda incorretamente o que estou dizendo. A pregação do evangelho, a pregação de todo o conselho de Deus, a pregação de Cristo, necessariamente envolve a pregação da Sua...

Eterna deidade e divindade (João 1:1-2).
Responsabilidades como Fiador (Hebreus 10:5-10).
Encarnação sobrenatural (1 Timóteo 3:16).
Obediência como nosso Representante (Romanos 5:19).
Expiação Eficaz (Hebreus 9:12).
Domínio soberano (João 17:2; Romanos 14:9; Filipenses 2:9-11).
Poder e bondade Salvadora (Hebreus 7:25).
Intercessão ininterrupta (1 João 2:1-2).

A pregação de Jesus Cristo e Ele crucificado, quando acompanhada da atuação de Deus o Espírito Santo, é o poder eficaz de Deus para a salvação (Romanos 1:15-17; 10:13-17).
A pregação do evangelho é o catalisador pelo qual a graça é forjada na alma (1 Pedro 1:23).
Esta mesma mensagem é a mensagem de graça de Deus para admoestação, correção, conforto, inspiração, disciplina e instrução de Seus santos em justiça.
Nada inspira tanta devoção como o evangelho de Cristo.
Nada reprova mais severamente o nosso pecado e a nossa incredulidade.
Nada ministra tanto conforto às nossas almas como a doutrina de Cristo crucificado.
Nada promove tanto a santidade como a mensagem da graça rica, abundante e gratuita de Deus, fluindo até nós por meio do sangue do nosso Salvador crucificado!

Cristo é a nossa única esperança de salvação.
Cristo é a nossa única regra de vida.
Cristo é o nosso único motivo para a piedade.
Cristo é a nossa única inspiração para devoção e consagração (Romanos 12:1-2).



Por Felipe Sabino de Araújo Neto

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Está consumado!


Quais foram as últimas palavras que Jesus disse quando estava na cruz? As palavras foram: “Está consumado!”
Mas o que está por trás destas palavras? Vamos entender aquilo que foi dito por Ele e o significado disso para nós hoje.

O momento era para ser festivo, pois estamos falando sobre momentos que antecediam a Festa da Páscoa, a Festa da libertação do povo de Israel do Egito. Mas o momento na realidade torna-se trágico, pois o Ungido de Deus está suspenso numa cruz como um marginal, um bandido qualquer sendo punido apenas por ser quem Ele é: o Ungido! Não havia crime ou acusação contra Ele e tudo o que Ele sofrera até aquele momento foi por causa da injustiça da humanidade.

Mas, Ele suportou tudo isso com muita força e já nos últimos instantes de sua vida Ele declara: “Está consumado!” São palavras que em português não traduzem a verdadeira dimensão daquilo que Ele disse e nem daquilo que ocorreria por causa destas palavras.

A palavra “consumado” vem do termo hebraico “nishlem” que em sua raiz significa “estar completo, sadio, pleno”. Na raiz desta palavra temos os termos: shalom que significa: “paz, prosperidade, bem, inteireza, segurança e saúde”; shelem, que significa “oferta pacífica”; shalam que significa “estabelecer uma aliança de paz” e finalmente shillem que significa “recompensa”.

Bem, vamos então agora analisar o que foi dito por Jesus: o que Ele disse não foi somente: “Está consumado” e agora a minha obra de redenção em relação à humanidade está completa. Isso realmente aconteceu naquele momento de forma parcial, pois o fato significativo não estava relacionado somente com a sua morte, mas também com a sua ressurreição que ocorreria pouco tempo depois.

Jesus, na realidade estava nos dizendo: “através de minha morte estou dando shalom para vocês, ou seja, estou dando a vocês seis bênçãos - paz, prosperidade, bem, inteireza, segurança e saúde – que certamente mudarão toda a vida da humanidade”. Quando o homem alcança estas seis coisas, não há muito mais o que se desejar, pois esta é uma situação de plenitude. Este é o motivo pelo qual cumprimentamos as pessoas dizendo-lhes: “shalom”. Quando fazemos isso estamos ministrando-lhes estas seis bênçãos e também estamos lhes dizendo o que Jesus fez na cruz por mim e por você.

Outro aspecto que recebemos através das palavras de Jesus é que temos certeza de que Ele se tornou para nós a “oferta pacífica” que deveria ser oferecida no altar quando houvesse uma “quebra” em nosso relacionamento com Deus. O objetivo desta oferta seria restabelecer a paz entre o homem e Deus. E foi justamente isso o que Jesus fez, trazendo de volta a paz – shalom – entre a terra e os céus!

Por outro lado esta atitude gerou ainda uma “aliança de paz” e isso somente poderia ocorrer através do derramamento de sangue! O sangue além de perdoar o pecado estabelece vínculos com a vida, pois a vida está no sangue, de acordo com a Torah. “Porque a vida da carne está no sangue; pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pelas vossas almas; porquanto é o sangue que fará expiação pela alma” Lv 17:11.

Jesus não veio para fazer uma “Nova aliança” como dizem por aí; Ele veio para Restaurar a Aliança entre o Deus e o homem, pois uma aliança com derramamento de sangue não pode ser anulada e por isso o que Jesus fez foi restaurar este contato entre o homem e o Deus. Por isso Ele precisava vir como homem e nesta condição humana vencer a tudo e a todos para poder trazer ao homem a devida redenção e também reconectá-lo com a eternidade.

Finalmente Jesus nos declara que Ele traria ainda como benefício para nossa vida uma recompensa. Isso é algo muito extraordinário, levando-se em consideração que muitas pessoas buscam isso com todo o vigor físico que possuem, trabalhando muito para alcançar pouco. Mas o que Jesus fez foi nos proporcionar uma recompensa em dois níveis: o espiritual e o material.
A recompensa espiritual está ligada à nossa redenção final e a certeza de que estaremos com Ele para sempre na eternidade. Isso foi um “resgate” imenso para o homem, pois sobre a humanidade pesava a condenação e com Jesus isso mudou. Ainda mais, pois quando Ele morre e ressuscita temos também a possibilidade de obtermos vitórias sobre os demônios e sobre todo o reino das trevas. Usamos para isso o nome de Jesus, pois Ele mesmo declarou que assim seria feito: “E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão” Mc 16:17-18.

Esta é a herança espiritual que recebemos e desde o momento em que me torno um filho de Deus através de
Jesus e então tenho livre acesso à estas bênçãos também! Mas temos também as bênçãos materiais – recompensas – que estão ligadas as nossas finanças (dinheiro). Isso aponta para uma situação em que quando obedeço a Deus, então posso receber d´Ele muito mais do que sequer imagino. Isso ocorre quando trato de forma lícita a questão financeira – dízimos e ofertas – além de me lembrar que nada levarei deste mundo, ou seja, não tenho necessidade de buscar a riqueza; se a riqueza me alcançar a receberei de bom grado, mas não devo buscá-la como uma prioridade. A prioridade é outra!

Duas palavras que mudaram a forma como o mundo se relaciona com Deus e vice-versa. Estas palavras ecoam até hoje na eternidade e fazem a diferença quando o nosso adversário busca “travar” nossas vidas. Podemos então dizer-lhe: “Satanás, Jesus declarou na cruz que para mim agora há benefícios que eu não tinha antes.. Você não tem direito de reter aquilo que é meu!"

Não temos méritos para alcançar isso; porém temos Jesus que nos amou tanto que nos permitiu ter acesso à essa maravilhosa benção de receber aquilo que Ele mesmo, através de seu sacrifício nos legou: a vida eterna e as bênçãos terrenas que nos enriquecem e que não acrescentam dores!

Que o próprio Jesus se encarregue de perscrutar nossos corações para que tenhamos condições de receber aquilo que Ele nos falou: “Está consumado!”

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Tesouro em vasos de barro


“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos”     II Coríntios 4:7-9



Este verso nos apresenta algumas verdades importantes:

Primeiramente, ele revela de que material somos feitos – e descreve como sendo um vaso de barro. Este não é o único texto em que esta figura é apresentada. Trata-se do conceito essencial e fundamental da idéia bíblica a respeito do homem. É importante que tenhamos tal consciência. E mais, diz não apenas que somos vasos, mas que somos “vasos de barro” – um material muito simples, que, em si mesmo, tem pouco valor. O homem, de si mesmo, não tem nada de que se possa orgulhar. À parte de Deus, ele nada mais é que um insignificante vaso de barro – e às vezes, um vaso rachado.

Existem vários tipos de vaso. Alguns se assemelham a lama ressequida, que esmigalham ao primeiro toque. Outros são duros e resistentes por natureza, outros mais moldáveis, maleáveis, outros, de porcelana muito fina, lindo, mas que racham facilmente. Contudo, não passam de um tipo de barro. No fundo, somos todos pessoas comuns.

Em segundo lugar, trata para que servem os vasos? Basicamente, são recipientes em que se coloca alguma coisa. Os vasos têm por finalidade conter alguma coisa e, quando não há nada neles, são vasos vazios. É isso que esse verso significa. Ele nos lembra que fomos criados para conter alguma coisa.

E o que deveríamos conter? Essa pergunta tem intrigado o homem, fazendo com que se lance numa busca desenfreada de sua própria identidade. A Bíblia responde: fomos criados para conter Deus!


“Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus”    I Cor. 6:19

Portanto, é correto dizer que uma vida sem Deus é um “vaso vazio”. O resultado disso é que temos pessoas exibindo uma casca exterior de felicidade e realização, quando por dentro não há nada, a não ser um grande vazio.

A razão porque o tesouro é colocado dentro de pessoas falhas, faltosas, fracas e pecaminosas, é para que fique bem claro que esse poder não se origina em nós. Ele não resulta de uma personalidade forte, nem de mente arguta, bem treinada, nem de uma educação e escolaridade superiores. Nada disso! Ele vem de Deus. Nossa condição de “barro” deve ficar bem explícita para os outros e para nós mesmos, que o segredo não está em nós, mas em Deus.

“...para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós”

Para mostrar como isso tudo é bem prático, o apóstolo Paulo descreve a maneira como isso se aplica aos fatos corriqueiros da vida. Ele descreve quatro tipos de problemas que podem atingir um vaso:

Tribulações: “Em tudo somos atribulados”.

São as irritações normais da vida, que todo mundo enfrenta, os incidentes inoportunos e problemáticos que nos afligem. São aborrecimentos normais da vida, que todos sofrem. E os salvos não se acham isentos deles.

Perplexidades: “Perplexos, porém não desanimados”

São aquelas situações que não sabemos entender o que está acontecendo. Paulo passou por alguns desses momentos. Ele tentou ir a Bitínia, mas O Espírito não lho permitiu. Tencionava pregar na província da Ásia, mas foi impedido pelo Espírito Santo (Atos 16). Sempre haverá muitas ocasiões para indecisões em nossa vida, quando não saberemos o que fazer ou dizer. São perplexidades normais da vida.

Perseguições: “Perseguidos, porém não desamparados”

Essa palavra compreende toda a gama de ofensas, provocações, menosprezo, frieza no trato, palavras mentirosas, críticas, esforços deliberados para nos prejudicar, ataques corporais, etc... Podemos esperar qualquer uma dessas coisas contra nós. Os apóstolos e o Senhor foram perseguidos até a morte.

Abatimentos: “abatidos, porém não destruídos”

Essa palavra diz respeito a golpes rudes e esmagadores, que parecem vir-nos do nada – câncer, perdas familiares, acidentes fatais, ataques cardíacos, tumultos, guerras, terremotos ... Os cristãos nem sempre estão protegidos de tais coisas. São experiências terríveis, que provam a nossa fé e nos deixam assustados e confusos.

Entretanto: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos”

Por quê? Porque dentro de nós há uma força sobrenatural. Assim, não ficamos angustiados, nem desanimados, nem desamparados, nem destruídos. Glória a Deus! Esse poder foi-nos concedido com o objetivo de solucionar o problema das aflições, que são nosso fardo. Elas nos sobrevêm a fim de que possamos demonstrar reação diferente daquela tomada por uma pessoa sem Cristo. Nossos vizinhos, observando nossas reações, não conseguem entender o que se passa conosco, e aí, temos a oportunidade de mostrar-lhes, as vantagens de nossa fé. Existe em nós algo que só poderá ser explicado como uma operação divina. Fica claro então, que a diferença é a “excelência do Poder de Deus que habita em nós”.